Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    O caminho dos R$ 816 mil: como foi pago o voo de Flávio Bolsonaro aos EUA

    7 hours ago

    Fuga de Flávio Bolsonaro: documentos exclusivos revelam a logística O voo que levou o senador Flávio Bolsonaro (PL) e sua família da Argentina aos Estados Unidos custou US$ 150 mil (cerca de R$ 816 mil) e foi pago por um intermediário do setor de aviação que mora em território americano. A identidade de quem contratou a viagem, porém, não foi esclarecida. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Uma reportagem do Fantástico, exibida neste domingo (1º), apresentou detalhes da operação montada para a saída do senador do Brasil, incluindo informações sobre o pagamento do jato de luxo que transportou Flávio, a mulher, Fernanda, e as duas filhas do casal. O avião utilizado foi um Gulfstream G400, de prefixo LV-JQW, operado pela companhia argentina Baires Fly, que pertence ao empresário Luis Grande. Em entrevista à agência France-Presse (AFP), Grande revelou que o dinheiro saiu de uma conta empresarial em um banco americano e foi transferido para uma instituição bancária argentina. Segundo ele, pagamento foi realizado por um intermediário do setor de aviação que mora nos Estados Unidos. O empresário, no entanto, não revelou o nome dessa pessoa e afirmou desconhecer a identidade do contratante final do voo. Assessor de Trump Embora o proprietário da Baires Fly não tenha identificado quem contratou a aeronave, a imprensa americana apontou que Jason Miller, assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria sido responsável por providenciar a viagem de Flávio Bolsonaro. Flávio e seu irmão, Eduardo Bolsonaro, estiveram com Miller nos Estados Unidos quando o senador ainda era pré-candidato à Presidência da República. A reportagem também citou uma publicação do jornal argentino Clarín, segundo a qual agentes americanos teriam assumido o controle de parte do aeroporto de Puerto Iguazú, na Argentina, durante a operação de saída do senador. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, negou que o governo dos Estados Unidos tenha colaborado com a saída de Flávio do Brasil. "Não facilitamos nada. Não tivemos nenhuma participação nos preparativos que ele fez. O governo dos Estados Unidos não teve participação direta em nenhuma das movimentações realizadas", declarou Rubio. LEIA TAMBÉM: Três registros de entrada na Argentina em 40 minutos: os bastidores da fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil 'Como puderam autorizar?': deputada argentina questiona governo Milei sobre fuga de Flávio De Puerto Iguazú à Flórida O voo partiu de Puerto Iguazú, cidade argentina vizinha a Foz do Iguaçu, no Paraná, que possui um aeroporto internacional com pista de 3.300 metros, capaz de receber grandes jatos executivos. Segundo a reportagem do Fantástico, a operação para levar Flávio e sua família até o aeroporto argentino envolveu diferentes trajetos. Uma das versões apuradas aponta que o senador teria deixado Brasília na manhã de terça-feira (27), em um avião ligado ao advogado Willer Tomaz, e desembarcado em San Fernando, na região de Buenos Aires. De lá, teria seguido em outro voo privado para Puerto Iguazú. Já Fernanda e as duas filhas teriam viajado de Brasília até Cascavel, no Paraná, antes de seguirem de van para a Argentina. Apesar de os registros migratórios argentinos indicarem uma entrada terrestre de Flávio no país, a principal linha de investigação aponta que ele teria chegado a Puerto Iguazú de avião e permanecido por horas dentro da aeronave à espera da família. A assessoria de Willer Tomaz negou que uma aeronave pertencente a ele ou a empresas vinculadas à sua família tenha sido utilizada pelo senador ou seus familiares para deixar o Brasil. Depois de reunir a família em Puerto Iguazú, o jato da Baires Fly seguiu para os Estados Unidos, com uma escala em Guayaquil, no Equador, para reabastecimento. Flávio, Fernanda e as duas filhas desembarcaram na manhã de quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Opa-Locka, na região de Miami, na Flórida. A saída do aeroporto foi acompanhada por helicópteros de emissoras americanas, enquanto os carros que transportavam a família seguiram com escolta policial. O acompanhamento terminou na região de Pembroke Pines, mas o destino final da família não foi confirmado. Flávio deixou o Brasil após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar que ele entregasse seus passaportes à Polícia Federal. Procurada pelo Fantástico, a Baires Fly não respondeu aos questionamentos. Já o advogado Frederick Wassef, representante legal de Flávio Bolsonaro, afirmou que nenhuma informação sobre a viagem do senador era oficial ou havia sido confirmada. Ele também negou que a saída do país tenha sido uma fuga. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. Flavio Bolsonaro fugiu do Brasil rumo aos EUA Reprodução/TV Globo
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Brasileira de 75 anos completa Maratona de Nova York: 'Vou correr até os 100 anos'
    Artigo Seguinte
    Há 46 anos, sanfoneiro cego viaja todos os dias para tocar na mesma rua no interior de SP

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário