Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Número de mortos em ataque com drones a hospital no Sudão sobe para 70, segundo OMS

    há 2 meses

    Diretor-geral da instituição da ONU publicou fotos do local Reprodução Redes/X @DrTedros Autoridades das Nações Unidas disseram na terça-feira (24) que o número de mortos em um ataque de drones a um hospital sudanês subiu para 70, incluindo mulheres, crianças e médicos, à medida que mais corpos foram retirados dos escombros. O Hospital Universitário Al Deain, em Darfur Oriental, foi atingido em 20 de março, informou a Organização Mundial da Saúde, sem atribuir culpa. A OMS disse que o ataque deixou fora de operação a unidade médica, que atuava como hospital de referência para mais de 2 milhões de pessoas. LEIA TAMBÉM: Ataque contra hospital no Sudão deixa 64 mortos, entre eles 13 crianças; diz OMS Um porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU afirmou que o ataque aéreo envolveu drones em uma área controlada pelas Forças de Apoio Rápido, que estão lutando contra o Exército do Sudão em uma guerra civil que começou em abril de 2023. Os drones estão sendo cada vez mais usados no conflito e mais de 500 civis foram mortos em tais ataques desde o início do ano, principalmente na região de Kordofan, segundo o escritório de direitos da ONU. Foto divulgada pelo Conselho Norueguês para Refugiados (NRC) mostra mulheres e crianças deslocadas de El Fasher para um campo de refúgio em Tawila, no Sudão NRC via AP Contexto O grupo sudanês de direitos humanos Emergency Lawyers, que monitora as atrocidades no conflito, afirmou que o ataque ao hospital partiu do exército do Sudão. A guerra civil, que opõe o exército regular aos paramilitares das Forças de Apoio Rápido, perdura desde abril de 2023. A disputa tem raízes nas tensões após o golpe militar de 2021, quando os dois generais — antes aliados na derrubada do ditador Omar al-Bashir, em 2019 — entraram em confronto sobre a integração das RSF, ex-milícias, ao exército regular. O conflito já resultou em dezenas de milhares de mortes e milhões de deslocados. Atualmente, a ONU classifica a situação no país africano como "a pior crise humanitária do mundo". Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Confira novas vagas de emprego divulgadas pela Fundat em Aracaju
    Artigo Seguinte
    Homem é detido suspeito de agredir mulher em fila do Bom Prato em Jundiaí

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário