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    Nova resolução federal reafirma que botijão de gás deve chegar ao consumidor lacrado, rastreado e seguro

    7 hours ago

    Setor investe R$ 1,4 bilhão por ano para manter a integridade de cada botijão divulgação Todo dia, cerca de 13 botijões de gás são movimentados por segundo no Brasil. Por ano, são cerca de 400 milhões de botijões vendidos. Esses números dão a dimensão de uma cadeia logística gigantesca. No entanto, como saber se esse processo até as casas é seguro? A resposta mais recente veio do governo federal. A Resolução nº 3/2026 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) determinou que os botijões de até 13 kg, que marcam presença nas cozinhas brasileiras, continuem sendo vendidos de uma forma só: pré-medidos, lacrados e com selo de inviolabilidade. A norma foi publicada no âmbito do Gás do Povo, programa federal de acesso ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), e deixa claro que ampliar o acesso ao gás doméstico e reforçar a proteção do consumidor caminham em conjunto. O que a resolução confirma O lacre não é apenas um plástico em volta da válvula. Ele indica que o botijão de gás não foi adulterado entre o momento do enchimento e a chegada na casa do consumidor. A Resolução nº 3/2026 vai além e preserva outro elemento fundamental: a marca em alto relevo gravada em cada botijão. Esse detalhe identifica qual distribuidora é responsável tecnicamente por aquele recipiente. Na prática, significa que, diante de qualquer problema, é possível saber exatamente quem responde por aquele botijão e acionar os mecanismos de fiscalização adequados. A própria resolução menciona explicitamente a necessidade de proteger o programa contra estruturas criminosas que possam tentar se apropriar de recursos públicos. O Brasil opera uma das maiores redes de botijões do mundo, com mais de 140 milhões de unidades em circulação. Pensando nessa rede, a marca do botijão funciona como um “DNA” dentro do sistema de rastreabilidade física. Esse símbolo em alto relevo conecta o produto à distribuidora responsável de forma rápida e visual e permite identificar a origem, verificar as condições de manutenção e acionar suporte especializado em caso de falha. O investimento por trás de cada botijão A segurança do botijão de gás não acontece por acaso. As distribuidoras que integram o sistema brasileiro de GLP investem, juntas, cerca de R$ 1,4 bilhão por ano em manutenção, requalificação e integridade do parque de recipientes. Esse valor financia inspeções regulares, substituição de botijões fora do padrão e o cumprimento de normas consistentes de segurança operacional. É esse investimento constante que sustenta a confiabilidade da rede brasileira de distribuição de GLP. A Resolução nº 3/2026 reconhece esse histórico de forma direta: a revisão regulatória deve levar em conta os investimentos já realizados pelo setor e as adaptações necessárias para a implementação do programa. O texto da norma também estabelece que futuras decisões regulatórias precisam observar critérios de concorrência leal, segurança operacional e proteção do consumidor. Um movimento que desenha regras claras para todos os agentes do setor. Um modelo construído para durar Mais do que criar novas regras, a Resolução nº 3/2026 reforça um modelo que já opera no país. Nesse contexto, o Gás do Brasil, uma iniciativa do Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP), reúne dados, argumentos e posicionamento do setor em torno da premissa de que o modelo brasileiro de distribuição de gás é seguro, tem procedência garantida e funciona. A iniciativa está em consonância com a nova norma e reforça que a segurança nasce de um modelo estruturado, baseado em responsabilidade, rastreabilidade e controle contínuo. Entre os números do Gás do Brasil estão 330 mil empregos diretos e indiretos, 59 mil pontos de revenda espalhados por todos os estados e cobertura em 100% dos municípios do país, com presença em 91% dos lares brasileiros. Saiba mais sobre como essa iniciativa funciona. Gás do Brasil. É seguro, é confiável e é de casa.
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