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    Mulher relata ter sofrido violência do companheiro em Campos do Jordão: 'pegou o estilete e passou no meu cabelo e na minha perna'

    2 months ago

    Delegacia de Campos do Jordão investiga o caso. Reprodução/TV Vanguarda Uma mulher de 22 anos acionou a polícia de Campos do Jordão (SP) para relatar que sofreu violência doméstica e lesão corporal por parte do companheiro na noite desta quinta-feira (16). Ela afirma que foi agredida com um estilete pelo suspeito na casa do casal. "Ele ficou agressivo e começou a me arrastar pela casa. Pegou o estilete e passou no meu cabelo, na minha perna. Eu ainda estou sentindo o meu corpo tremendo por dentro, vibrando por dentro. Acho que é por conta do medo de tudo o que aconteceu e do que pode acontecer", disse a vitima à TV Vanguarda. A mulher preferiu não se identificar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Segundo o relato da jovem, ela já havia sofrido violência doméstica por parte do mesmo homem, mas o perdoou e não denunciou à polícia. "Ele sempre falava que era culpa da bebida, que bebeu e nunca tinha feito isso. Passou, eu acreditei. Foi passando o tempo e isso nunca mais aconteceu, então para mim ele tinha falado a verdade." A vítima foi atendida pelo pronto-socorro de Campos do Jordão ainda na quinta-feira. Nesta sexta (17), ela vai passar por exames no Instituto Médico Legal (IML) de Taubaté. O homem, que tem 52 anos, foi preso em flagrante pela polícia. Ele pode responder por lesão corporal e violência doméstica. "Foi indiciado e preso em flagrante. Agora ele vai passar por uma audiência de custódia, em que será analisado se vai responder em liberdade ou se a prisão será convertida em preventiva", diz o delegado Luís Geraldo Ferreira. "É muito importante que as mulheres confiem na polícia e nos procurem nos primeiros sinais de violência, seja violência psicológica ou física. A tendência é que a violência vá se agravando com o tempo, então o quanto antes procurar a polícia antes esse ciclo de violência vai cessar para que não ocorra talvez até um feminicídio", completa o delegado. Violência contra mulher: como pedir ajuda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
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