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    Mulher é indiciada por golpes após vender celulares pela metade do preço e causar prejuízo de R$ 150 mil

    6 days ago

    Polícia investiga estelionato em venda de celulares Uma mulher de 22 anos foi indiciada pela suspeita de aplicar golpes na venda de celulares em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram há dois anos e, até o momento, 15 vítimas foram identificadas. O prejuízo total chega a cerca de R$ 150 mil. A polícia informou que a mulher atraía clientes oferecendo celulares originais, com nota fiscal e contrato de compra e venda, por preços abaixo do mercado e, em alguns casos, até pela metade do valor. O nome da suspeita não foi informado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dela. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Na primeira negociação, segundo a polícia, o aparelho era entregue normalmente, o que ajudava a conquistar a confiança dos compradores. No entanto, em compras futuras, os clientes não recebiam os produtos e ficavam apenas com o prejuízo. As investigações apontam que a suspeita já teve três lojas físicas na região do Eldorado, em Contagem. Depois, passou a realizar as vendas pela internet. Por isso, a polícia acredita que possam existir mais vítimas, inclusive em outros estados. Segundo o delegado Marcus Vinícius Gontijo, a suspeita foi indiciada por 15 crimes de estelionato. “No primeiro momento, é um crime de estelionato, de 1 a 5 anos. E, em razão dela vender virtualmente, fraude eletrônica, o que qualifica o crime de estelionato de 2 a 8 anos”, explicou. A mulher foi ouvida na delegacia acompanhada do advogado. Apesar de ter sido indiciada, ela ainda não foi presa. A Polícia Civil informou que fez pedidos à Justiça para que as vítimas possam reaver o dinheiro perdido no golpe. LEIA TAMBÉM: Relatório diz que JK foi morto pela ditadura militar, e não vítima de acidente Após cortes de pessoal, Justiça manda Prefeitura de BH recompor equipes do Samu Print do perfil da mulher que aplicava o golpe na venda de celulares Polícia Civil de MG/Divulgação
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