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    Mulher confessa ter matado homem contra quem tinha medida protetiva em Várzea Grande (MT)

    14 hours ago

    Jucinei Ribeiro da Silva, de 42 anos, foi encontrado morto em Várzea Grande (MT) Reprodução A mulher que mantinha um relacionamento com Jucinei Ribeiro da Silva, de 42 anos, se apresentou à polícia nesta quinta-feira (5), acompanhada de um advogado, e confessou ter matado o homem a facadas, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, no último fim de semana. Durante o depoimento, ela alegou que reagiu a uma tentativa de enforcamento. A versão de legítima defesa ainda é investigada. Segundo o delegado responsável pelo caso, Bruno Abreu, a mulher, que não teve a identidade divulgada, foi liberada após ser ouvida na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Ao g1, o delegado informou que os dois se relacionavam havia alguns meses e que ela havia conseguido uma medida protetiva contra Jucinei em 20 de outubro. Agora no g1 No depoimento, a mulher afirmou que Jucinei chegou ao local alterado, sob efeito de bebidas alcoólicas e drogas, e tentou enforcá-la. Segundo a versão apresentada por ela, uma faca estava próxima e foi usada para atingir o homem duas vezes na barriga. Depois, ela fugiu. Jucinei foi encontrado morto em frente a uma casa no bairro Capela do Piçarrão, na manhã de domingo (1º). Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte e o local passou por perícia. Polícia apura relato de tiros A DHPP também investiga informações sobre disparos de arma de fogo na região. No início da apuração, a polícia havia recebido relatos de tiros no sábado (31), aparentemente direcionados a Jucinei. No depoimento, a mulher apresentou outra versão sobre os disparos. Ela afirmou que, após a morte dele, viu pessoas em motos que teriam começado a atirar na direção dela. A mulher também levantou a suspeita de que essas pessoas seriam familiares de Jucinei. A polícia ainda apura as circunstâncias dos tiros e a possível ligação com a morte. A investigação continua sob responsabilidade da DHPP.
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