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    Motoristas por app protestam em Teresina por melhores condições após impasse de projeto na Câmara dos Deputados

    há 2 meses

    Motoristas por app protestam em Teresina Dezenas de motoristas por aplicativo, em sua maioria motociclistas, realizaram uma manifestação na manhã desta terça-feira (14), em Teresina, contra o projeto de lei que pretendia regulamentar os serviços de transporte remunerado privado individual de passageiros e de coleta e entrega. A mobilização contou com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes de Passageiros e Entregas por Aplicativo no Piauí (Sinttapp-PI) e também ocorreu em outros estados do país. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Em Teresina, os manifestantes se concentraram na Praça Ocílio Lago, conhecida como Praça dos Skatistas, a partir das 8h30. Por volta das 9h45, os motoristas iniciaram uma carreata pela Avenida João XXIII. O trajeto previa passagem pela Câmara Municipal e, em seguida, pela Avenida Frei Serafim. Entre as reivindicações dos manifestantes estão a instalação de botão do pânico nos aplicativos, o aumento do valor da corrida mínima e a criação de benefícios trabalhistas. Eles também pedem auxílio-maternidade, auxílio-paternidade, adicional noturno e seguro por invalidez ou morte. Motociclistas por aplicativo participam de protesto em Teresina contra projeto de lei que regulamenta a categoria Eduarda Barradas/g1 “Esses valores [de aumento] já foram repassados ao cliente, mas há sete anos nós não temos um centavo de aumento”, disse Maria do Carmo Silva, presidente do Sinttapp-PI. Segundo a Associação dos Motoristas Autônomos para Transporte Privado Individuais do Piauí, Teresina tem entre 10 mil e 20 mil trabalhadores atuando por meio de aplicativos. O número inclui motoristas e entregadores. Projeto foi retirado de pauta O projeto de lei foi retirado de pauta na Câmara dos Deputados e não deve ser votado. A decisão ocorreu após divergências dentro do governo e pressão de trabalhadores e empresas do setor. Diante do impasse, o relator afirmou que a proposta “morreu”. Com isso, a discussão pode ser definida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa se há vínculo empregatício entre as plataformas e a categoria. Voltar ao início. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
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