Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Moraes, Dino, Gilmar e Zanin defendem eleições diretas para escolha de governador-tempão no Rio

    2 months ago

    Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta sexta-feira (27) a realização de eleições diretas para escolha de um governador-tampão para o Rio de Janeiro. Os magistrados se posicionaram nesse sentido durante o julgamento virtual sobre as regras da eleição que vai definir o sucessor de Cláudio Castro (PL), que renunciou ao mandato em meio a um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre sua inelegibilidade. Apesar dos quatro votos a favor da eleição direta, já há maioria – ou seja, seis votos – pela realização de um pleito indireto, no qual a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) escolha, em votação secreta, o governador-tampão. Votaram a favor da eleição indireta os ministros: Luiz Fux, Cármen Lúcia, Nunes Marques, André Mendonça, Dias Toffoli e Luiz Edson Fachin. O julgamento, no plenário virtual, continua até a próxima segunda-feira (30). Até lá, os magistrados podem mudar de posição, o que alteraria o placar de votação, que, até o momento, está 6 a 4 pela realização de eleição indireta. Moraes abriu divergência Relator da ação sobre as regras eleitorais para escolha do sucessor de Cláudio Castro, o ministro Luiz Fux se posicionou pela realização da eleição indireta, com voto secreto e prazo de desincompatibilização de seis meses antes do pleito. 🔎O prazo de desincompatibilização é o período legal em que um ocupante de cargo ou função pública (como secretários, juízes ou diretores de estatais) deve se afastar de suas atividades para poder concorrer a um mandato eletivo. 🔎🔎A Constituição Federal estabelece, em seu artigo 81, que, em caso de os cargos de presidente e vice-presidente da República ficarem vagos nos últimos dois anos do mandato, a eleição será indireta, via Congresso Nacional. Após o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes abriu uma divergência e defendeu a realização da eleição para escolha do governador-tampão na modalidade direta, em que os eleitores vão às urnas e votam nos candidatos de sua preferência. Moraes apontou "desvio de finalidade" de Cláudio Castro no momento da renúncia do mandato com o objetivo "evidente de seguir influindo no processo político e eleitoral, mesmo ante a iminente cassação de mandato pelo Tribunal Superior Eleitoral". Para o ministro, Cláudio Castro, com a renúncia, buscou garantir, por meio de acordos com os deputados da Alerj, que seu sucessor seja alguém do seu grupo político. "Identificado o DESVIO DE FINALIDADE na renúncia ao mandato, impõe-se afastar os efeitos ilícitos visados pelos interessados em frustrar a autoridade da Justiça Eleitoral; bem como em afastar a realização de eleições diretas no caso de cassação do mandato", afirmou Moraes. Na mesma linha, o ministro Gilmar Mendes afirmou, em seu voto, que, diante do desvio de finalidade de Cláudio Castro, a eleição deveria ocorrer de forma direta.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Suspeito de estupro virtual contra adolescentes em Nanuque é preso: 'Fazia ameaças com arma', diz polícia
    Artigo Seguinte
    Três farmácias na mesma avenida são assaltadas por dupla de moto em Cariacica

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário