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    Messias declara apoio a debate no Congresso sobre decisões individuais de ministros do STF

    2 weeks ago

    Em sua fala inicial na sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias, defendeu a "colegialidade" na Corte que pretende ocupar uma cadeira. 🔎Decisões colegiadas são as tomadas em conjunto pela maioria de magistrados que compõem a Suprema Corte. Enquanto as monocráticas são determinações individuais dos ministros relatores dos casos. Decisões monocráticas de magistrados do STF são alvos de críticas frequentes de parlamentares, e há projetos no Congresso para limitá-las. AO VIVO: assista à sabatina de Jorge Messias Messias: 'Em uma República, todo poder deve se sujeitar à regras' Indicado pelo presidente Lula (PT) para uma vaga no Supremo, Messias passa por sabatina na Comissão de Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta manhã. Os questionamentos são etapa obrigatória do processo para assumir uma cadeira na Suprema Corte. Durante seu discurso inicial, Messias afirmou que considera importante o debate no Congresso sobre a colegialidade (decisões em conjunto) das decisões do Supremo e elogiou a condução de Rodrigo Pacheco (PSB-MG), como então presidente do Senado, na condução da proposta de emenda à Constituição (PEC), que limita as decisões monocráticas (individuais). Pacheco era o nome preferido de senadores e do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), para a vaga no STF. "A legitimidade da Corte também passa por expressar, principalmente, por vozes colegiadas. Quanto mais individualizada a atuação de ministros, mais se reduz a dimensão institucional do Supremo Tribunal Federal", afirmou Messias. Ele prosseguiu: "A colegialidade preserva o Tribunal de estigmas de arbítrio e protege a percepção pública de politização dos julgamentos. Despersonaliza o processo e promove segurança jurídica. Por isso, considero extremamente importante a preocupação desse Congresso Nacional com a agenda da colegialidade no Supremo Tribunal Federal".
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