Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Menino Gustavo pode ter sido torturado antes de ser morto, diz delegado

    6 hours ago

    Em coletiva de imprensa, Polícia Civil detalhou dinâmica do homicídio do menino Gustavo Veloso, de 3 anos Stefani Cavalcante/g1 Tocantins O advogado Igor Gustavo Veloso de Souza e a companheira dele Kathellen Moreira vão responder pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, conforme informado pelo delegado Eduardo Meneses. O casal foi preso na madrugada desta quinta-feira (6), em Palmas. Durante coletiva de imprensa, o delegado afirmou que os elementos reunidos até agora evidenciam um episódio de violência extrema antes do homicídio. A defesa de Igor Gustavo afirmou que ele colaborou com as autoridades desde o início, colocando-se à disposição e combinando previamente sua entrega após o mandado de prisão. A defesa ressalta que não houve captura após buscas, mas sim cumprimento acordado da ordem judicial, e informa que não comentará detalhes do caso devido ao sigilo das investigações (veja nota abaixo). O g1 ainda não conseguiu contato com Kathellen Moreira. LEIA TAMBÉM Pai e madrasta suspeitos da morte do menino Gustavo são presos em Palmas Laudo do IML confirma agressão contra criança de 3 anos encontrada morta em casa Tia homenageia menino de 3 anos encontrado morto em casa e desabafa: 'Sofreu muito' Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira são investigados pela morte de menino de 3 anos Reprodução/Redes Sociais Morte suspeita A defesa de Igor Gustavo afirma que o menino se afogou no domingo (2) na piscina de casa, mas foi socorrido na própria casa. Na manhã de segunda-feira (3), o pai teria encontrado a criança sem sinais vitais. A defesa alega que, abalado e desorientado, o pai deixou a residência, mas depois se apresentou espontaneamente à delegacia, comunicou o ocorrido, prestou esclarecimentos e entregou as chaves da casa para os trabalhos da polícia e da perícia. O laudo pericial ao qual o g1 teve acesso afirma que a morte de Gustavo ocorreu com "crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões". A criança sofreu hemorragia interna e apresentava marcas de agressões pela face e laceração intestinal. Exames complementares para pesquisa de sêmen, álcool e drogas foram solicitados e serão incorporados posteriormente à investigação conduzida pela Polícia Civil. Igor Gustavo e Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino, não moravam juntos e viviam disputas judiciais. Um vídeo gravado no fim de semana do crime mostra a criança se recusando a ir para a casa do pai. Nas imagens, ao ser questionado pela mãe sobre o motivo de não querer visitá-lo, a criança responde: "Porque ele me bate". Advogados de Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino, informaram à TV Anhanguera que ela não poderia privar a criança da convivência com o pai para não caracterizar alienação parental. Ela movia uma ação na Justiça cobrando o pagamento de pensão. "Ela já havia me reportado diversas situações em que a criança chegava machucada das visitas. No entanto, o medo e o temor dela pela própria vida e pela vida do filho, da família, em relação a ele, em virtude das ameaças, impedia ela de nos permitir que tomássemos providências mais drásticas em relação a isso no momento", disse a advogada Stella Bueno. O diretor do IML, Eduardo Godinho, comentou que o estado em que a criança chegou ao IML é incomum. "Muita violência. Sinais de violência pela face, pelo intestino, internamente. Isso não é comum nos dias de hoje. Até agora, primeiro exame não tem indício nenhum de afogamento. Ali realmente foi outro tipo de trauma que levou à causa da morte", afirmou. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. Íntegra da nota do advogado de Igor Gustavo A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada. Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência. Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações. Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Uma boa compra também é feita pelas escolhas que você encontra
    Artigo Seguinte
    Homem é condenado a 15 anos de prisão por atear fogo na ex-companheira no Piauí

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário