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    MC é preso suspeito de apologia ao crime e ligação com facção criminosa em Cuiabá

    2 months ago

    Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como "MC Mestrão" Reprodução Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como "MC Mestrão", foi preso nesta terça-feira (31), suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá. As identidades dos demais alvos da operação não foram divulgadas. O g1 tenta localizar a defesa do investigado. Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os "salves" e golpes de estelionato. As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo. Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp A operação Mandados foram cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande e São Paulo (SP) A Operação Ruptura CPX cumpriu 13 mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão domiciliar contra integrantes de uma facção criminosa em Cuiabá, Várzea Grande e São Paulo (SP). Segundo a polícia, os alvos são investigados por furtos de defensivos agrícolas, roubos de veículos, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e domínio territorial, com atuação na região metropolitana de Cuiabá. De acordo com a polícia, os integrantes da facção utilizavam moradores para monitorar a presença de viaturas e repassar informações sobre movimentações policiais, favorecendo a rápida dispersão de suspeitos e dificultando a atuação das forças de segurança. As investigações conseguiram identificar o funcionamento interno da facção criminosa, com divisão de tarefas entre membros, controle territorial em regiões específicas, cobrança de taxas internas e utilização de contas bancárias de laranjas para ocultar a origem ilícita de valores.
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