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    Master: Haddad defende atuação do BC e diz que país pode estar diante da 'maior fraude bancária' do país

    9 hours ago

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a defender a atuação do Banco Central (BC) na liquidação do banco Master, que ele classificou como o que pode ser a "maior fraude bancária" do país. Ele afirmou que tem conversado diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que determinou liquidação da instituição financeira. A liquidação ocorreu após investigadores descobrirem negócios de venda de carteiras de crédito com suspeitas de fraudes do Master para o BRB num valor de R$ 12,2 bilhões (leia mais abaixo). "Tenho falado com o presidente do BC quase que diariamente, dando todo respaldo institucional da Fazenda. Penso que temos feito um trabalho conjunto muito importante, porque envolve a Fazenda também, o caso Reag [fundos envolvidos com a operação Carbono Oculto]. Tem uma conexão que está sendo apurada entre os dois casos", disse o ministro a jornalistas. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Haddad informou que tem conversado, também, com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo. Nesta semana, Vital do Rêgo se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para "encontrar uma forma de conciliar o poder de fiscalização do TCU com a autonomia do BC, que questiona a possibilidade de inspeção técnica em suas dependências". "Falei com o presidente do TCU algumas vezes ao telefone na semana passada. Eu penso que houve uma convergência como ajudar, como fazer o melhor para o país conhecer a verdade, apurar responsabilidades, eventualmente obter ressarcimento dos prejuízos causados. Penso que as coisas vão caminhar para o lado certo. ", acrescentou o ministro da Fazenda. "O caso inspira muito cuidado, podemos estar diante da maior fraude bancária do país. Temos que tomar todas cautelas devidas, com as formalidades, garantindo todo espaço para a defesa se explicar, mas ao mesmo tempo sendo bastante firmes em relação àquilo que tem de ser defendido pelo interesse público", declarou o ministro da Fazenda. Essa não é a primeira vez que Haddad sai em defesa do BC. Em novembro, quando a instituição financeira foi liquidada pelo Banco Central, o ministro afirmou que, para ter chegado à essa situação, o processo levando adiante pela autoridade monetária deveria estar muito "robusto". No entanto, integrantes do governo não têm se manifestado publicamente sobre o assunto nas últimas semanas. "Toda transparência [com a atuação do TCU] pode ajudar. Se a intenção for boa, a transparência vai ajudar. Estou absolutamente seguro do trabalho que o Galípolo e equipe fizeram. Atuamos conjuntamente quando o assunto era da Fazenda. Tivemos conversas com o procurador-geral da República. Tivemos o melhor aconselhamento possível pra chegar até aqui. Eu acredito realmente que o trabalho que foi feito pelo BC é tecnicamente muito robusto", concluiu Haddad. Inspeção no BC Após reunião com Galípolo na tarde desta segunda (12), Vital do Rêgo Filho afirmou que o BC havia concordado com uma inspeção sobre o Banco Master. Na noite do mesmo dia, como adiantou o blog do Valdo Cruz, a instituição retirou o recurso que havia apresentado contra a decisão do ministro Jhonatan de Jesus, que determinou a inspeção. Liquidação O BC apontou irregularidades em operações do Master com o Banco de Brasília e declarou que a liquidação era indispensável para proteger o sistema financeiro e a poupança popular. A liquidação foi decretada em novembro do ano passado. Com a liquidação, as atividades do banco foram interrompidas, a diretoria foi afastada e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foi acionado para ressarcir investidores dentro do limite legal. 🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, fecha as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até extinguir a instituição. Fernando Haddad durante coletiva sobre megaoperação contra o PCC Jorge Silva/Reuters - Esta reportagem está em atualização
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