Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Mais de 10 km de cabos elétricos são furtados em Teresina; reparo da iluminação pode levar até cinco dias

    20 hours ago

    Fios furtados: só este ano, 10 mil metros de cabos foram levados por criminosos Mais de 10 quilômetros de cabos elétricos foram furtados entre janeiro e junho deste ano em Teresina, segundo a Entidade Autárquica Teresinense de Desenvolvimento Urbano (Eturb). Os crimes afetam principalmente a iluminação pública da capital e provocam prejuízos à população. No mesmo período, mais de 800 luminárias também foram furtadas, segundo a Eturb. De acordo com o órgão, os criminosos retiram os metais dos cabos e vendem o material de forma irregular. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A Polícia Civil investiga os furtos e outros crimes relacionados a esse tipo de ação, como arrombamentos e invasões de propriedades. Pessoas que compram os materiais furtados também são investigadas e podem ter a pena aumentada quando o produto é proveniente do patrimônio público. "Após obter o cobre dos fios ou das condensadoras de ar-condicionado, eles queimam o material, extraem o cobre, e vendem em sucatas. É uma forma rápida para conseguir uma pequena quantidade de dinheiro, principalmente para comprar drogas", destacou o delegado Tales Gomes. Iluminação pública Paulo Piassi/g1 Segundo o coordenador de Iluminação Pública da Eturb, Augusto Monte, a recuperação dos pontos afetados pelos furtos pode levar de dois a cinco dias. "A equipe precisa se deslocar e fazer levantamento do prejuízo para programarmos o reparo", diz Augusto. Para tentar reduzir os furtos, a Prefeitura de Teresina reforçou a proteção das caixas de passagem elétrica e passou a substituir cabos de cobre por alumínio, material com menor valor de revenda. "A gente procura fazer de uma forma mais escondida, de caixas devidamente lacradas, que dificultam a nossa manutenção, mas dificulta o acesso por terceiros. Também passamos a utilizar o alumínio, que demanda maiores manutenções", complementa o coordenador Augusto Monte. *Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Anuário da Violência: Mortes cometidas por policiais crescem 5% em 2025; total de policiais mortos cai 3%
    Artigo Seguinte
    PF investiga possível desvio de recursos na construção de mirante em Patu

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário