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    Mãe e homem são presos após morte de bebê; laudo aponta tortura e estupro em SP

    7 hours ago

    José Erasmo Felix Mouzinho (à esq) e Iarley do Nascimento Bezerra (à dir) foram presos suspeitos de tortura e estupro de vulnerável Reprodução Iarley do Nascimento Bezerra e José Erasmo Felix Mouzinho, mãe do bebê Noah de Andrade Nascimento e homem responsável pelo imóvel onde ela vivia, foram presos suspeitos de tortura e estupro de vulnerável em Guarujá, no litoral de São Paulo. O bebê, de um ano, foi levado pela mulher a um hospital da cidade sem sinais vitais e, após tentativas de reanimação, teve a morte constatada. A prisão ocorreu após um laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontar indícios de maus-tratos e violência sexual. A morte de Noah foi registrada na madrugada de terça-feira (26). Inicialmente, o caso era tratado como “morte suspeita”. Segundo relato da mãe, o bebê foi encontrado sem sinais vitais em casa após ser alimentado e, em seguida, ela adormecer. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Sinais de agressão e polícia acionada Após a confirmação da morte no hospital, a equipe médica identificou sinais de agressão e acionou a Polícia Militar (PM). Agora no g1 A mãe do bebê e o pai, de 23 anos, que está separado da mulher e não estava no imóvel, foram ouvidos na unidade e, após contradições nas versões, foram levados à delegacia, assim como José, que presta apoio financeiro e alugou um imóvel a Iarley. Na ocasião, os envolvidos foram liberados por falta de definição sobre possível crime, mas seguiram sob investigação. Laudo e prisão Na tarde de terça-feira (26), um laudo do IML apontou indícios de agressões reiteradas e violência sexual. Conforme apuração do g1, o menino apresentava cortes nos pulsos, arranhões e queimaduras, supostamente provocadas por bitucas de cigarro. Também havia lesões traumáticas no ânus sugestivas de abuso. Diante dos laudos, a Delegacia Sede de Guarujá solicitou a prisão temporária de Iarley e José. O caso, inicialmente registrado como morte suspeita, foi reclassificado como tortura e estupro de vulnerável. A Justiça autorizou a prisão, que foi cumprida na noite de terça-feira (26). Segundo a Polícia Civil, os dois permanecem presos enquanto a investigação continua. UPA Rodoviária Prefeitura de Guarujá/Divulgação VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
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