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    Mãe de mulher morta a pauladas pelo ex em Boituva comenta condenação de 34 anos de prisão: 'Não ficou impune'

    há 1 dia

    Homem que matou ex-companheira a pauladas é condenado em Boituva A mãe da mulher de 28 anos que foi morta a pauladas pelo ex-companheiro em Boituva (SP), em fevereiro de 2024, comentou sobre a condenação de Ronaldo Roberto da Silva, que foi sentenciado a 34 anos de prisão em regime fechado em júri popular, nesta terça-feira (23). À TV TEM, Neuza Fogaça, mãe de Kelli Vanessa Spizzica, disse que, apesar de não ter acontecido da forma que ela gostaria, sente que a justiça foi feita. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Vítima foi encontrada com ferimentos na cabeça e sem os dentes, no bairro Novo Mundo, em Boituva Arquivo pessoal "Achei que foi bom. Não exatamente o que eu esperava, mas 34 anos e 10 meses está bom. Pelo menos, ele não ficou impune. A Justiça foi feita. Ele sairá da cadeia com bastante idade e, agora, é torcer para que ele cumpra a pena", desabafa. A advogada responsável pela defesa da família de Kelli, Gabriela Cancian, afirma que a sociedade tem clamado para que a violência contra as mulheres seja combatida. "É uma sensação de justiça feita [...] É um pedido de clamor pela sociedade, que nenhum homem é dono de nenhuma mulher. Não há motivo para matar, ainda mais como ele matou. O motivo, hoje, é para defender as mulheres e para gritar que não admitimos esse tipo de crime. É uma situação assustadora", desabafa. Ronaldo confessou o crime durante o julgamento e não apresentou testemunhas de defesa. Ele já estava preso preventivamente desde a época do assissanato na penitenciária de Itatinga (SP), onde seguirá cumprindo a pena. Kelli Vanessa Spizzica tinha 28 anos quando foi morta. O réu foi condenado por homicídio qualificado, com as qualificadoras de feminicídio (crime cometido contra a mulher por razões da condição do sexo feminino), motivo torpe e meio cruel. Mãe de Kelli comentou a condenação do réu Reprodução/TV TEM O crime Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu na casa da vítima. Kelli estava divorciada de Ronaldo, mas tentava uma reconciliação com o ex-marido. Ela foi encontrada por familiares ainda viva, mas com ferimentos graves na cabeça e sem os dentes. Ela não resistiu aos ferimentos. Ronaldo fugiu logo após o ataque, mas foi preso pela polícia escondido nos fundos de uma casa no bairro Novo Mundo. Na delegacia, ele já havia confessado o assassinato. O assassinato causou grande comoção em Boituva. Dias após o crime, um grupo de moradoras organizou um protesto na Praça da Matriz para pedir o fim da violência contra a mulher e homenagear a vítima. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
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