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    Latin Rio 2026 reúne artistas e executivos da indústria musical no Rio

    7 hours ago

    Latin Rio 2026 reúne artistas e executivos da indústria musical no Rio O Rio de Janeiro recebe um dos principais encontros da indústria da música latina. O Latin Rio 2026 reúne artistas, produtores, executivos, marcas e profissionais do mercado em uma programação voltada para música, cultura, inovação e negócios. A conferência acontece até esta quarta-feira (20), das 10h às 20h, no Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas (FGV), em Botafogo, Zona Sul do Rio. Os ingressos são vendidos no link. O objetivo do encontro é conectar os países que integram o mercado latino-americano e compartilhar experiências sobre a expansão da música latina no cenário internacional. Quando um artista foi convidado para cantar apenas em espanhol no show do intervalo do principal evento esportivo dos Estados Unidos — algo inédito em seis décadas —, o episódio simbolizou a força crescente da cultura latina no mercado global da música. “A música é cultura e business também. As empresas acabam se aproximando desses movimentos culturais, desses artistas, para se comunicar com a audiência. E essa audiência se sente representada por esses artistas”, afirma Carolina Alzuguir, head de música do Spotify no Brasil. Segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), o consumo de música latina cresceu 17% em 2025, o maior avanço registrado entre todas as regiões do mundo. Durante o evento, profissionais da indústria, artistas e estudantes discutem caminhos para ampliar os horizontes da música latina e fortalecer a circulação de artistas entre os países da região. O Brasil aparece como um caso particular nesse cenário. Pela primeira vez, o país alcançou a 8ª posição no ranking global dos mercados com maior receita de músicas gravadas — a melhor colocação da história. “O Brasil sempre teve um consumo de música local muito grande. Sempre esteve entre os países que mais consomem a própria cultura e a própria música. Isso é muito positivo, mas também cria barreiras, porque o idioma acaba trazendo dificuldades”, diz Carolina. Ela destaca, porém, que o público brasileiro vem ampliando o contato com outros ritmos e gêneros da América Latina. “O Brasil continua consumindo predominantemente música local, mas está se abrindo para outros gêneros, outros países e outros ritmos musicais”, afirma. Esse movimento acontece tanto na recepção de artistas estrangeiros, como o porto-riquenho Bad Bunny, quanto na exportação da música brasileira para o mercado internacional. A cantora Shakira durante o show na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 2 de maio de 2026 Pablo Porciúncula/AFP
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