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    Justiça mantém prisão de capitão da PM, empresário e assistente flagrados com R$ 150 mil pela PF em RR

    3 days ago

    Foram apreendidos com o PM cerca de R$ 150 mil em dinheiro, um rifle, uma pistola, munições, um veículo, três celulares. Reprodução A Justiça decretou nesta sexta-feira (9) a prisão preventiva do capitão da Polícia Militar Marcos Holanda Farias, do empresário Clóvis Braz Pedra e a assistente dele, Ana Clara Araujo Cruz de Oliveira, presos por suspeita de lavagem de dinheiro e associação criminosa em Boa Vista. A decisão é assinada pelo juiz Jaime Plá Pujades de Avila do Núcleo de Plantão Judicial e Audiências de Custódia. O trio foi flagrado com com R$ 150 mil em dinheiro, um rifle, uma pistola, munições, um carro, três celulares e anotações nessa quinta-feira (8). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Na decisão, o juiz entendeu que a prisão preventiva era necessária, considerando o poder econômico do "líder do grupo" e a influência política demonstrada pelas fotos e contatos com parlamentares e gestores públicos encontrados em celulares. "No presente caso, a complexidade da rede de lavagem de capitais e o fundado receio de reiteração delitiva tornam a liberdade dos custodiados um risco real à higidez do sistema financeiro e ao erário público e necessita de um aprofundamento a ser realizado no Juízo natural de Garantias, considerando a celeridade e simplicidade do rito adotado em audiência de custódia", cita. O magistrado também destacou um modus operandi premeditado e a utilização de empresas com características de "fachada" para a dissipação de valores. As defesas de Clóvis, Ana e Marcos afirmaram que não tiveram acesso aos documentos do Auto de Prisão em Flagrante (APF). O juiz avaliou o pedido e concluiu que não houve irregularidades que justificassem a soltura dos presos. Ainda assim, determinou que os advogados tivessem acesso completo ao conteúdo do APF. "Quanto à alegação de ilegalidade quanto ao não-acesso ao APF, verifico que constam informações nos autos de que os advogados presentes acompanharam os depoimentos e interrogatórios prestados em sede policial, motivo pelo qual, em uma análise sumária, própria do rito das audiências de custódia, entendo haver regularidade", citou. A defesa de Clóvis alegou que ele possui diversos problemas de saúde, inclusive como consequência do COVID-19. O juiz determinou que ele tenha pleno acesso às medicações que estão sendo ministradas a ele, para fins de garantia da sua integridade física. Marcos Holanda é lotado na Casa Militar do Palácio do Governo, unidade responsável pela segurança do governador do estado. Por meio de nota, a PM esclareceu que a ação decorre de "investigação e apuração realizada pela PF/RR, não tendo participado de nenhuma etapa que a motivou, cabendo às autoridades federais prestar esclarecimentos sobre as circunstâncias do fato e eventuais alegações do conduzido". Afirmou ainda que a Corregedoria-Geral da PM "acompanha o caso, adotando as providências administrativas cabíveis, em consonância com o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa". Após a abordagem, os três conduzidos foram levados para a sede da Polícia Federal, onde foram ouvidos e autuados em flagrante. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
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