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    Julgamento de acusados por chacina em festa infantil é adiado em MG

    há 2 meses

    Tiroteio em festa de aniversário de criança deixa mortos e feridos na Grande BH Henrique Campos/TV Globo A sessão de julgamento dos oito acusados de participação em uma chacina ocorrida durante uma festa infantil, em maio de 2024, foi adiada nesta segunda-feira (13), em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O júri estava marcado para ocorrer no Tribunal do Júri da comarca. A chacina foi motivada por um acerto de contas ligado ao tráfico de drogas. O alvo seria Felipe Júnior Moreira Lima, de 26 anos, pai do aniversariante, morto com 12 tiros. O filho dele, Heitor Felipe, de 9 anos, e a prima, Layza Manuelly de Oliveira, de 11, também foram atingidos e não resistiram. Outras três pessoas ficaram feridas. O adiamento foi solicitado pelas defesas de todos os réus, com concordância do Ministério Público, após a suspeita de infecção por tuberculose em um dos acusados, o que impediu a presença dele na sessão. A medida também levou em conta o risco de eventual contaminação dos demais participantes. Segundo as partes, não seria possível realizar o julgamento de forma separada. As defesas e o Ministério Público defenderam que os oito acusados sejam julgados juntos em uma nova data, sob pena de nulidade do processo. Diante da situação, o juiz responsável decidiu suspender a sessão para garantir a regularidade do andamento processual e o direito à ampla defesa. Ainda não há previsão para a nova data do julgamento, que será definida e comunicada posteriormente. Acusados de chacina em Ribeirão das neves vão a júri popular Relembre o caso Um possível acerto de contas do tráfico de drogas, segundo a Polícia Militar, provocou a chacina durante a comemoração de aniversário infantil em Ribeirão das Neves. O alvo do ataque seria Felipe Júnior Moreira Lima, de 26 anos, pai do aniversariante. Ele foi morto com 12 disparos. O filho, Heitor Felipe, de 9 anos, morreu após ser atingido por quatro tiros, e a prima dele, Layza Manuelly de Oliveira, de 11 anos, foi atingida por dois disparos. Heitor era jogador das categorias de base do Atlético Mineiro e do América. Conforme o registro policial, testemunhas relataram que Felipe vinha recebendo ameaças havia cerca de três meses. Outras três convidadas — uma adolescente de 13 anos, a mãe dela, de 41, e uma jovem de 19 anos — foram baleadas e socorridas para o Hospital Risoleta Neves. A Polícia Militar apontou que ele teria envolvimento com criminosos ligados ao tráfico no bairro Morro Alto, em Vespasiano, e que o crime estaria relacionado a disputas por pontos de venda de drogas.
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