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    Irã avisou vizinhos que vai bombardear bases dos EUA no Oriente Médio se for atacado; mortes em protestos passam das 2.500

    11 hours ago

    Trump aumenta ameaças ao regime do Irã após escalada da onda de protestos O Irã atacará bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio caso seja bombardeado e já avisou os países vizinhos sobre a decisão, afirmou um oficial iraniano de alto escalão à agência de notícias Reuters em meio a ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de ataque militar em solo iraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp “Teerã informou países da região, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos até a Turquia, que bases dos EUA nesses países serão atacadas” caso os norte-americanos alvejem o Irã, disse a autoridade à Reuters sob condição de anonimato. Ainda segundo o oficial iraniano, o governo do Irã pediu para aliados dos EUA no Oriente Médio "que impeçam Washington de atacar o Irã". O governo iraniano já havia dito que retaliaria uma possível agressão norte-americana, porém não havia mais detalhes sobre os planos de Teerã até o momento. Por conta da ameaça de retaliação, alguns integrantes da Base Aérea norte-americana de Al Udeid, no Catar, foram orientados a deixar o local até a noite desta quarta-feira, disseram três diplomatas à Reuters. Al Udeid é a maior base dos EUA no Oriente Médio e abriga cerca de 10 mil militares. O local foi atacado em junho de 2025, no final da guerra de 12 dias entre Israel e Irã, após bombardeio dos EUA a três instalações nucleares iranianas. A escalada de tensões entre os dois países ocorre por conta de protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei por todo o Irã e por contra da repressão contra os manifestantes. As mortes nos protestos já passaram das 2.500, segundo ONGs de direitos humanos que monitoram a situação no país. Um oficial iraniano afirmou ao jornal norte-americano "The New York Times" que ao menos três mil pessoas morreram. O número real de mortes nos protestos, no entanto, pode ser ainda maior. No momento, há uma dificuldade para verificar o total de vítimas por conta de um bloqueio à internet no Irã imposto pelo regime Khamenei. Trump ameaça intervir no Irã por conta das mortes nos protestos e Diversos relatos de testemunhas veiculados por ONGs, agências de notícias e pela imprensa internacional descreveram a violência adotada pelas forças de segurança iranianas e falam que um massacre e execuções extrajudiciais estariam ocorrendo no país. Um manifestante deve ser executado no Irã nesta quarta-feira, segundo uma ONG. Erfan Soltani, de 26 anos, foi preso durante um protesto no início da semana, e especialistas acreditam que sua rápida execução será utilizada como uma mensagem do regime contra os manifestantes. O governo iraniano afirmou nesta quarta que LEIA TAMBÉM: Repressão brutal, 1ª execução e ameaças de Trump: entenda a escalada dos protestos no Irã SANDRA COHEN: Khamenei debilitado, jovens nas ruas e Trump: por que esta onda de protestos no Irã difere das anteriores? Por que o Irã é tão importante no cenário internacional? Trump avalia ataque ao Irã Trump diz para manifestantes iranianos 'guardarem nomes dos abusadores' O presidente dos EUA, Donald Trump, dirigiu-se diretamente aos manifestantes antirregime do Irã na terça-feira (13), pedindo para que eles guardassem os nomes "dos assassinos e dos que estão maltratando vocês". "E, aliás, a todos os patriotas iranianos, continuem protestando, tomem as instituições se vocês puderem, e guardem os nomes dos assassinos e dos que estão maltratando vocês", disse Trump, durante um discurso em Detroit. "Eles vão pagar um preço muito alto", concluiu o presidente, que disse que "uma morte [de manifestante] já é demais". Foi a segunda vez no dia em que ele mandou uma mensagem aos iranianos que estão nas ruas contra a ditadura liderada pelo aiatolá Ali Khamenei. Mais cedo, ele pediu que eles seguissem protestando e afirmou que a "ajuda" dos EUA "está a caminho". "Patriotas iranianos, continuem protestando. Derrubem suas instituições. (...) A ajuda está a caminho", declarou. Foi a primeira mensagem direta aos manifestantes feita pelo presidente norte-americano, que vem ameaçando intervir no país do Oriente Médio caso as repressões aos protestos sigam sendo feitas de forma violenta. Pouco depois, ao ser indagado por uma repórter sobreo o que ele quis dizer com "ajuda", Trump respondeu: "Você vai ter que adivinhar depois, me desculpe". Trump também voltou a utilizar o slogan MIGA, em referência a seu lema "Make America Great Again" (MAGA), só que trocando os EUA pelo Irã. Trump pede que manifestantes no Irã sigam protestando e diz que 'a ajuda está a caminho' em 13 de janeiro de 2025. Reprodução/Donald Trump no Truth Social Trump vem dizendo que pode voltar a fazer ataques diretos ao território iraniano como represália, retomando uma escalada de tensões entre os dois países. O presidente norte-americano receberá nesta terça-feira de sua equipe um relatório de possíveis ações militares que ele pode tomar contra o Irã. Questionado nesta terça sobre se fará ataques ao Irã, o presidente norte-americano respondeu: "Vocês terão que descobrir". Nesta terça, uma fonte do governo iraniano disse à agência de notícias Reuters que cerca de 2.000 pessoas já morreram nos protestos. O país está isolado do mundo após o regime Khamenei ter cortado a internet. Moradores do país relataram que forças de segurança estão atirando diretamente contra os manifestantes. ➡️ As manifestações no Irã evoluíram queixas sobre a crise econômica do país para pedidos de queda da chamada República Islâmica, ou o regime dos aiatolás, que governam o Irã desde 1979. Regime 'nos últimos dias' Regime do Irã está em seus 'últimos dias', diz chefe do governo da Alemanha  Também nesta terça, o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, disse achar que o regime dos aiatolás, que governam o Irã, está em seus "últimos dias e semanas". "Presumo que agora estejamos testemunhando os últimos dias e semanas desse regime". Em visita à Índia, Merz disse ainda que a repressão violenta por parte das forças de segurança a manifestantes no país mostram a perda de confiança do regime dos aiatolás. "Quando um regime só consegue manter o poder por meio da violência, então ele está efetivamente no fim. A população agora está se levantando contra esse regime". Merz afirmou também que a Alemanha está em contato próximo com os Estados Unidos e governos europeus sobre a situação no Irã, e pediu a Teerã que acabe com a repressão mortal aos manifestantes. Ele não comentou, no entanto, sobre os laços comerciais da Alemanha com o Irã — o governo alemão é o parceiro comercial mais importante do Irã dentro da União Europeia. Essa relação, no entanto, vem diminuindo. As exportações alemãs para o Irã caíram 25% nos primeiros 11 meses, representando menos de 0,1% do total das exportações alemãs, de acordo com dados do escritório federal de estatísticas vistos pela Reuters nesta terça. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na segunda-feira (12) que qualquer país que fizer negócios com o Irã enfrentará uma tarifa de 25% sobre o comércio com os EUA. Trump anuncia que países que fazem negócios com o Irã serão tarifados nas transações comerciais com EUA Reprodução/TV Globo
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