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    Grupo suspeito do golpe do 'falso advogado' é alvo de operação em 4 estados após fazer vítimas em SC

    há 2 meses

    Grupo suspeito do falso advogado é alvo de operação em SC Polícia Civil/Divulgação A Polícia Civil deflagrou uma operação nesta terça-feira (24) contra um grupo suspeito de cometer o golpe do falso advogado contra moradores de Santa Catarina. Foram feitas seis prisões preventivas e cumpridos 21 mandados de busca e apreensão em Alagoas, São Paulo, Ceará e Bahia. A suspeita é de que os criminosos usavam a identidade de advogados legítimos para simular a liberação de valores judiciais e induzir as vítimas a transferências bancárias. Com o dinheiro do crime, eles financiavam um padrão de vida de ostentação. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp A ação é coordenada pela delegacia de Combate a Estelionatos (DCE) do Departamento de Investigações Criminais de Joinville, no Norte de Santa Catarina. Conforme a instituição, um dos principais investigados movimentou mais de R$ 5 milhões em um curto período. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Análises de dados mostraram que os recursos oriundos das fraudes financiavam um padrão de vida de ostentação, com registros de viagens internacionais onde o investigado exibia itens de luxo e gastos elevados, evidenciando o proveito criminoso obtido através do prejuízo das vítimas", detalhou a polícia. Além da Polícia Civil, a ação contou com o apoio do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e autoridades do Ceará, Bahia, São Paulo e Alagoas. Senhas 'vazadas' e fotos clonadas Segundo a apuração da TV Globo, os criminosos cometem os crimes ao acessar as senhas 'vazadas' dos advogados reais em processos e se passam por eles. Com isso, entram no sistema de Justiça, pegam dados sobre os processos e descobrem que a vítima tem um precatório a receber. A partir das informações, clonam a foto do advogado nas redes sociais e ligam para as vítimas, dizendo que há movimentação no processo, pedindo assim, taxas inexistentes. Ansiosas para receber os valores, as vítimas fazem o pix para o estelionatário. "Como eles tinham acesso aos dados do processos, que são públicos, as vítimas acreditavam que se tratava realmente do seu advogado e acabaram pagando o valor solicitado", detalhou a delegada Roberta França. Como se proteger Especialistas e autoridades reforçam algumas recomendações: Desconfie de mensagens sobre supostos valores liberados; Evite tratar questões jurídicas apenas por celular; Procure seu advogado pelos canais oficiais ou presencialmente; Nunca baixe aplicativos enviados por links; Registre boletim de ocorrência, principalmente quando houver prejuízo financeiro. LEIA TAMBÉM: Operação mira suspeitos de se passarem por advogados de SC para aplicar golpes VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
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