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    Gêmeos siameses nascem em hospital estadual, em Vila Velha

    há 3 meses

    Gêmeos siameses nasceram em Vila Velha, no Espírito Santo. Reprodução/TV Gazeta Um caso de ocorrência rara na medicina foi registrado em Vila Velha, na Grande Vitória, esta semana. Bebês gêmeos siameses nasceram no Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba). A Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) confirmou o nascimento e informou que o hospital está oferecendo assistência e acolhimento à família, mas não divulgou detalhes sobre os bebês. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Os gêmeos siameses (ou xifópagos) são gêmeos idênticos que se desenvolvem quando o embrião inicial se separa parcialmente e gera dois fetos que permanecem unidos por alguma parte do corpo, como cabeça, tórax, quadril ou ombros. No caso dos bebês nascidos em Vila Velha, a parte do corpo compartilhada não foi informada. Segundo pesquisas científicas, a incidência deste tipo de gêmeos varia entre 1 a cada 50 mil gestações e 1 a cada 200 mil. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: gêmeos nascem empelicados em bolsas amnióticas diferentes no ES RESGATE: Helicóptero resgata mãe e filhos gêmeos de 1 ano queimados com álcool Veja os vídeos que estão em alta no g1 Primeiros gêmeos siameses separados no mundo eram capixabas O primeiro caso de separação de gêmeos siameses foi registrado em 1900. Os bebês eram as irmãs Rosalina e Maria Pinheiro Dável, que compartilhavam o mesmo fígado. Elas nasceram em 1893, em Afonso Cláudio, na Região Serrana do Espírito Santo, . A cirurgia, além de ter sido a primeira de sucesso no mundo, marcou também o uso do raio-X pela primeira vez no Brasil. Fotos de 1900 mostram as gêmeas siamesas Rosalina e Maria Pinheiro Dável, nascidas no Espírito Santo. Reprodução / Arquivo Público Mineiro / A. Larrete O procedimento foi realizado pelos médicos Álvaro Alvim e Eduardo Chapot Prévost, que criou as meninas no Rio de Janeiro, onde a operação foi feita. Aos sete anos de idade, as gêmeas unidas pelo tórax foram separadas em apenas 90 minutos. Maria morreu cinco dias após o procedimento devido a um quadro infeccioso grave. Já Rosalina sobreviveu e foi criada por Prévost como filha. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
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