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    Gal Costa expõe o 'lado feminino' dos homens em single póstumo com tema de Chico César inédito na voz da artista

    há 6 dias

    Gal Costa (1945 - 2022) tem o single póstumo 'Mulher eu sei' programado para amanhã, sexta-feira, 8 de maio Mario Canivello / Divulgação ♫ CRÍTICA DE SINGLE Título: Mulher eu sei Artista: Gal Costa (feat Luiz Meira) Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2 ♬ “Agora eu quero os homens cantando comigo. Os homens! Os homens do show de Gal têm que mostrar o seu lado feminino”, gracejou Gal Costa (1945 – 2022), quando cantava a música “Mulher eu sei”, em fala dirigida à plateia que lotou o Teatro Castro Alves (BA) em 22 de maio de 2003 para assistir à apresentação feita pela cantora com o violonista Luiz Meira dentro da programação do projeto “Vozes do Brasil”. O público masculino atendeu o pedido da cantora. Na sequência, Gal pediu o mesmo às mulheres da plateia. E, por fim, juntou homens e mulheres no coro desta canção apresentada por Chico César no álbum “Aos vivos” (1995) e até então inédita na discografia de Gal. Segunda amostra do álbum póstumo “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves”, produzido por Marco Mazzola e programado para ser lançado em 22 de maio em edição conjunta das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music, o single “Mulher eu sei” chega amanhã, 8 de maio, agregando valor adicional ao álbum justamente por trazer a voz cristalina de Gal no registro de música até então ausente da discografia da artista. A graça com a plateia ocupa dois minutos dos quatro minutos e 20 segundos da gravação ao vivo que flagra a cantora baiana à vontade em cena no show feito na cidade natal de Salvador (BA). Nos primeiros dois minutos e 20 segundos do single, ouve-se o canto límpido de Gal em uma canção tão simples quanto sedutora de Chico César, compositor que entrara na discografia da cantora no ano anterior com a gravação da então inédita balada “Quando eu fecho os olhos” – parceria de Chico com Carlos Rennó – no álbum “Gal bossa tropical” (2002), único disco feito por Gal na gravadora MZA Music, do produtor Mazzola. Além de “Azul” (Djavan, 1982), “Eu vim da Bahia” (Gilberto Gil, 1965) e “Força estranha” (Caetano Veloso, 1978), composições cujas gravações ao vivo foram reunidas no single triplo que anunciou o álbum póstumo em 17 de abril, o repertório do vindouro álbum “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” inclui registros de voz e violão das músicas “Coraçãozinho” (Caetano Veloso, 1996), “Camisa amarela” (Ary Barroso, 1939), “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), “Olha” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975), “Vapor barato” (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971), “London London” (Caetano Veloso, 1970), “Tigresa” (Caetano Veloso, 1977) e “Minha voz, minha vida” (Caetano Veloso, 1982). Com exceções de “Mulher eu sei” (música que logo saiu do repertório dos shows de Gal) e de “Coraçãozinho”, tema da trilha sonora composta por Caetano Veloso para o filme “Tieta do Agreste” (1996), as demais músicas eram recorrentes nas apresentações da artista – fato que jamais desmerece a iniciativa de incorporar à discografia da cantora um registro ao vivo do show de voz e violão que Gal Costa volta e meia fazia com Luiz Meira entre 1997 e 2016. Capa do single 'Mulher eu sei', de Gal Costa Divulgação
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