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    Funcionários em greve fazem protesto em frente a hospital em Campinas

    há 2 meses

    Funcionários em greve fizeram protesto em frente ao Hospital Madre Theodora, em Campinas (SP), na terça-feira (7). Heitor Moreira/EPTV Trabalhadores do Hospital e Maternidade Madre Maria Theodora, em Campinas (SP), protestam em frente à unidade desde a manhã desta quarta feira (8), no segundo dia de greve. Entre as reclamações dos funcionários estão mudanças no plano de saúde, redução ou o corte do adicional de insalubridade e erros no pagamento de horas extras e adicional noturno. A greve começou por volta de 6h de terça-feira (7), após decisão tomada em assembleia, e será mantida por tempo indeterminado, de acordo com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Campinas e Região (Sinsaúde). Os funcionários também protestaram em frente ao hospital na terça. Ainda segundo o sindicato, cerca de 130 do total de 400 trabalhadores aderiram ao movimento e setores como o centro cirúrgico, a Central de Material e Esterilização (CME), a farmácia e a UTI no período noturno estão sendo afetados. O Hospital Madre Theodora afirmou que os serviços da unidade estão mantidos e que segue as leis trabalhistas - veja abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Campinas no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Reclamações dos trabalhadores O SinSaúde informou que, em assembleias nos dias 31 de março e 1º de abril, os funcionários do hospital relataram mudanças no plano de saúde, com cobrança de coparticipação de até 50% em atendimentos de pronto-socorro e de 30% em consultas, exames e terapias. O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), segundo o sindicato, prevê coparticipação de 15%. O sindicato também afirmou que recebeu denúncias de redução de cobertura e suspensão de benefícios para grupos como gestantes, pacientes oncológicos e pessoas com transtornos de saúde mental. Funcionários em greve fizeram protesto em frente ao Hospital Madre Theodora, em Campinas (SP), na terça-feira (7). Heitor Moreira/EPTV Outra questão apontada pelos trabalhadores é o adicional de insalubridade. O SinSaúde disse que, depois de uma perícia feita pelo próprio hospital, em janeiro de 2026, funcionários tiveram o benefício reduzido ou zerado e alegam que o pagamento segue incorreto, apesar da manutenção dos riscos no ambiente de trabalho. De acordo com o SinSaúde, não houve avanço na tentativa de negociar com a administração do hospital. O que diz o hospital? Em nota, o Hospital e Maternidade Madre Theodora afirmou que mantém diálogo aberto com o Sinsaúde sobre os pontos apresentados, incluindo a participação ativa em audiências de mediação conduzidas pelo Ministério Público do Trabalho. A unidade também declarou que atua de acordo com as leis trabalhistas e que realiza esforços para minimizar possíveis impactos no atendimento, garantindo a assistência aos pacientes com segurança e qualidade. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas
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