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    Funcionário de agência de turismo cria empresa com nome parecido para receber valores dos clientes e deixa prejuízo de meio milhão, no PR

    6 hours ago

    Funcionário de confiança dá golpe de R$ 600 mil Um funcionário de uma agência de turismo de Maringá, no norte do Paraná, foi preso preventivamente nesta segunda-feira (27). Segundo a Polícia Civil (PC-PR), ele criou uma empresa com nome parecido para receber valores dos clientes. Ele foi identificado como Jorge Pereira dos Santos Junior. A polícia estima que ele tenha deixado um prejuízo de R$ 600 mil à empresa. O g1 procurou a defesa de Jorge, que informou que não vai se manifestar sobre o caso. ✅ Siga o g1 Maringá e região no WhatsApp Segundo o delegado Fernando Garbelini, o suspeito trabalhava no setor financeiro da agência de turismo há pelo menos seis anos. Ele era considerado de confiança pelos empregadores e teria se aproveitado disso para implementar um "sofisticado esquema de fraude". "Essa situação foi trazida pela proprietária da empresa no início do mês. Ela relatou que teria descoberto a existência de uma empresa em outro local, com nome muito semelhante, e que alguns clientes iam pagando boletos destinados a essa empresa, alguns mediante transferência bancária em contas dessa empresa. Ela percebeu que essa empresa era de uma cidade que era da família desse funcionário", disse o delegado. Jorge Pereira dos Santos Junior foi preso preventivamente nesta segunda-feira (27). Polícia Civil (PC-PR) Conforme Garbellini, também foi apurado que Jorge criou uma senha como agente de turismo - cargo que ele não exercia - e passou a emitir irregularmente passagens aéreas e hospedagens para ele e familiares. A investigação também apontou que o suspeito fez o uso indevido de um cartão corporativo da agência de viagens. "Ele fez viagens para Europa, passou Carnaval no Rio de Janeiro. Passou a ter uma vida de luxo às custas dessa empresa", contou o delegado. A dona da empresa informou à polícia que descobriu que Jorge passou a cometer as fraudes há cerca de dois anos. Mas o prazo e o valor do prejuízo podem ainda ser maiores, pois ainda há muitos documentos a serem analisados, segundo o delegado. O caso vai continuar sendo investigado para identificar a participação de outras pessoas na fraude. LEIA TAMBÉM: Buscas: Autista não verbal de 5 anos desaparece em área de mata Trânsito: Polícia trata como homicídio culposo morte de jovens em batida de carro que levava dez pessoas Investigação: PM de folga atira e mata cão comunitário que vivia perto de UPA VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.
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