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    Fraudes bancárias: polícia mira dono de oficina e funcionários de banco em esquema milionário na Grande BH

    12 hours ago

    Operação da Polícia Civil bloqueia R$ 25 milhões A Polícia Civil realizou uma operação contra um esquema de fraudes bancárias em cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A investigação aponta a participação de pelo menos três gerentes e ex-funcionários de banco no desvio de dinheiro de contas de clientes. De acordo com a polícia, o líder do grupo é um empresário dono de uma oficina de carros em Belo Horizonte. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, mas ninguém foi preso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp Durante a ação, que ocorreu na quarta-feira (20) e quinta-feira (21), cerca de R$ 25 milhões foram bloqueados em contas ligadas aos suspeitos. Os policiais cumpriram os mandados em Belo Horizonte, Nova Lima e Vespasiano. Veículos de luxo apreendidos Durante a operação, foram apreendidos veículos de luxo, celulares, cartões bancários e maquininhas de débito e crédito que podem ter sido usados no esquema. Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram há cerca de um ano, após os setores jurídico e de segurança de uma instituição financeira informarem sobre o esquema estruturado para desviar dinheiro de contas bancárias. Como funcionava o esquema De acordo com o delegado Felipe Freitas, do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio, o grupo, liderado pelo dono da oficina, contava com a colaboração de funcionários do banco para acessar e movimentar as contas das vítimas. “Esse empresário contava com a colaboração interna desses gerentes. Ele cadastrava a própria biometria dele, a própria face, a própria digital, e movimentava a conta daquele cliente”, afirmou o delegado. Uma das vítimas teve prejuízo superior a R$ 520 mil, segundo a Polícia Civil. Operação estruturada para lavar dinheiro Ainda conforme o delegado, o dinheiro desviado era lavado por meio de empresas de fachada e também por comércios já existentes. “Com o avançar das investigações, coletamos muito mais provas a respeito dos fatos e já temos toda uma movimentação financeira mapeada, com quebra de sigilo bancário e fiscal”, disse Felipe Freitas. Os gerentes investigados foram afastados das funções pela própria instituição financeira, de acordo com a polícia. Apesar da identificação dos suspeitos e do suposto chefe do esquema, a Justiça não autorizou os pedidos de prisão feitos pela Polícia Civil até o momento. “Iremos fazer um novo pedido à Justiça pela decretação da prisão dos envolvidos, já identificados, e de outros que ainda estão em fase de identificação”, completou o delegado. LEIA TAMBÉM: Motorista de ônibus agride mulher após briga de trânsito em BH; VÍDEO Despachantes reclamam de falhas no sistema do Detran e atraso de serviços em BH Veículos de luxo foram apreendidos na operação que ocorreu em BH e em cidades da Região Metropolitana Divulgação/PCMG Vídeos mais vistos do g1 Minas
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