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    Família procura mulher grávida que desapareceu em Cerquilho há um ano: 'Esperança de encontrar viva', diz irmã

    20 hours ago

    Regiane Abreu Oliveira está desaparecida desde 2 de janeiro de 2025 em Cerquilho (SP) Arquivo pessoal Há um ano uma família de Cerquilho (SP) mantém viva a esperança de encontrar Regiane Abreu Oliveira, de 34 anos. Ela estava grávida e desapareceu após um surto de esquizofrenia. "Ela está viva, essa é a esperança", diz a irmã, que teve a identidade preservada. Ela não desistiu de procurar Regiane nos últimos 12 meses. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 A família registrou um boletim de ocorrência no dia 2 de janeiro de 2025 sobre o desaparecimento. Segundo a Polícia Civil de Cerquilho, não há novidades no caso, mas todas as delegacias foram comunicadas e, se ela for encontrada, há um alerta no sistema, conforme explicou o delegado Emerson Jesus Martins. A irmã disse ao g1, em abril do ano passado, quando Regiane completaria o nono mês de gestação, que a expectativa era que ela desse entrada em algum hospital em breve, mas não foi o que aconteceu. "Nada, nenhuma notícia. Nem em hospital, nem em clínica de reabilitação. Infelizmente", lamentou. Antes do desaparecimento, a irmã não sabia muitos detalhes sobre o bebê, pois Regiane não falava sobre o assunto. "Ela não estava aceitando que estava grávida e não queria ir às consultas. Só conseguimos fazer um ultrassom, mas não deu para ver o sexo", relata. LEIA TAMBÉM: Desaparecidos: veja lista de moradores na região de Itapetininga Relembre o caso Na época do desaparecimento, a irmã, que mora com Regiane e os pais, contou ao g1 que ela saiu de casa por volta das 10h, depois de um surto. "Era comum ela sair para se acalmar durante os surtos, mas ela sempre voltava. Dessa vez, ela não voltou." A irmã alerta ainda sobre a preocupação de Regiane, diagnosticada com esquizofrenia há cerca de quatro anos, estar sem fazer uso dos remédios. "Ela engravidou, o médico tirou os remédios dela e as crises começaram de novo", comenta. "Quando ela começou o tratamento, estava vivendo uma vida normal, começou a trabalhar e já ia completar quatro anos na empresa em que estava trabalhando. Medicada, ela trabalhava todo dia, não era de faltar no serviço", relata a irmã. Informações sobre o paradeiro de Regiane que possam ajudar na investigação devem ser comunicadas pelos telefones 181 do Disque Denúncia e 190 da Polícia Militar. Desaparecimento de Regiane Abreu Oliveira completou um ano em Cerquilho (SP) Arquivo pessoal Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
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