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    Família descobre troca de corpos ao abrir o caixão no velório em Italva: o que se sabe sobre o caso

    há 3 meses

    Famílias reclamam de troca de corpos por funerárias no Noroeste Fluminense Uma troca de corpos por engano transformou o luto de uma família em indignação em Italva, no Noroeste Fluminense. Ao abrir o caixão que chegou para o velório, os parentes viram que o corpo não era do ente querido. Enquanto isso, o falecido já havia sido levado para outra cidade: Santo Antônio de Pádua. O caso ocorreu nesta quarta-feira (25). A funerária se desculpou e disse que nunca registrou esse tipo de ocorrência. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Confira abaixo o que se sabe sobre o caso: Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado? Como a família descobriu o erro? O velório e o sepultamento foram afetados? O que diz o Hospital São José do Avaí? O que diz a funerária de Itaperuna? Como ocorreu o equívoco? O corpo errado chegou a ser velado? Haverá responsabilização ou medidas de reparação? O caso segue sob apuração? 1 - Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado? A troca foi percebida em Italva, durante um velório na Quarta Igreja Batista. O corpo correto que deveria estar em Italva foi enviado por engano para Santo Antônio de Pádua, enquanto o corpo destinado a Pádua foi entregue à família em Italva. 2 - Como a família descobriu o erro? O engano só foi notado no momento em que o caixão chegou ao local do velório. Ao abrir a urna, os familiares reconheceram que não se tratava do parente que seria velado. 3 - De que forma o velório e o sepultamento foram afetados? Sim. O sepultamento precisou ser adiado para que as verificações fossem feitas e a destroca, realizada. Apesar do constrangimento, o enterro aconteceu ainda no mesmo dia. Parentes criticaram a falta de protocolos mais rigorosos de conferência e identificação. 4 - O que diz o Hospital São José do Avaí? O hospital informou que adota protocolos de identificação de óbitos, com registro documental, checagem criteriosa e conferência antes da liberação. Segundo a instituição, a funerária assina um documento no momento da retirada com nome, data, horário e identificação do profissional responsável. 5 - O que diz a funerária de Itaperuna? A funerária afirmou que já se retratou com a família e que o erro foi reconhecido e tratado internamente, ressaltando não haver registro de ocorrência semelhante em mais de 60 anos de atuação. Segundo o responsável. 6 - Como ocorreu o equívoco? Segundo a funerária, o equívoco ocorreu na retirada do corpo, etapa que não permite a entrada de familiares para reconhecimento, e pode ter envolvido uma retirada anterior por outra equipe, possivelmente de madrugada. Após a constatação, o filho da vítima acompanhou o responsável até o hospital para o reconhecimento correto e a troca. 7 - O corpo errado chegou a ser velado? De acordo com a funerária, não. A empresa diz que o corpo entregue por engano não chegou a passar por velório ou cerimônia e que o problema foi corrigido imediatamente. 8 - Haverá responsabilização ou medidas de reparação? Até o fechamento do texto fornecido, não foram divulgadas medidas adicionais de reparação ou responsabilização pública por parte dos envolvidos. Erro só foi percebido no velório em Italva; hospital e funerária dizem que adotam protocolos rigorosos de identificação. Reprodução Inter 2
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