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    Ex-professor condenado por estupro de vulnerável é preso no DF

    há 1 mês

    Ex-professor, Elvas Barbosa de Barros, foi condenado a mais de 16 anos de prisão. Reprodução A Justiça do Distrito Federal determinou a prisão do ex-professor da rede pública, Elvas Barbosa de Barros, condenado por estupro de vulnerável. O mandado foi cumprido na segunda-feira (11), e ele passou por audiência de custódia nesta terça-feira (12). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. ➡️Mesmo após a condenação, a audiência de custódia continua sendo obrigatória sempre que há uma nova prisão. Segundo o Tribunal de Justiça do DF, o procedimento serve para verificar a legalidade da detenção. “A audiência de custódia acontece para verificar a legalidade da prisão. Então ela vai acontecer sempre que a pessoa for presa”, informou o tribunal. O crime Mãe fala sobre abusos que filha sofreu e pede justiça. O crime foi denunciado à Polícia Civil em abril de 2021. À época, Elvas era casado com a avó da criança e considerado avô pelos netos. Segundo a mãe da vítima, os abusos começaram quando a menina tinha entre seis e nove anos de idade. "Todas as vezes em que ela foi [para a casa dos avós], quando ele a colocava pra dormir, ele abusava dela. [...] Depois que ela me contou, eu fui aos poucos conversando e tentando entender quando que tudo começou [...], infelizmente, foi aos seis anos de idade ”, conta a mãe da menina. Em outubro de 2023, o homem foi condenado, no entanto, ele seguiu em liberdade (saiba mais abaixo). Sentença reconheceu três crimes Dois anos depois do início do processo, em outubro de 2023, a sentença em primeira instância condenou Elvas a 16 anos, 9 meses e 18 dias de prisão por estupro de vulnerável. A decisão reconheceu a prática do crime por três vezes, com agravantes relacionados ao vínculo familiar e à condição de vulnerabilidade da vítima, que era menor de 14 anos. Apesar da condenação, o professor aposentado continuou solto. Na decisão, o juiz permitiu que ele recorresse em liberdade, pois, não havia fundamentos para a prisão preventiva. A defesa alegou que o condenado teria "problemas de saúde que não poderiam receber tratamento adequado se vier a ser preso" e pediu o cumprimento da pena em prisão domiciliar. Em fevereiro de 2025, a Justiça pediu um laudo do Instituto Médico Legal (IML) para avaliar se ele poderia ser tratado dentro do sistema prisional. LEIA MAIS: PRESO: Suspeito de matar capoeirista no DF também é investigado por violação sexual e estupros TAGUATINGA: Família denuncia injúria racial contra adolescente em escola no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
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