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    Ex-marido suspeito de matar empresária segue foragido uma semana após o crime, em Itapipoca

    há 3 meses

    A Polícia Civil investiga a morte de Ana Karolina como feminicídio. O caso aconteceu em Itapipoca, no interior do Ceará. Reprodução Anderson Renan Magalhães Freitas segue foragido uma semana após a morte da empresária Ana Karolina Sousa. Ele, ex-marido da vítima, é apontado pela família como principal suspeito do crime. Karol foi espancada e morta dentro da casa onde morava, em Itapipoca, no último sábado (14). A motocicleta de Anderson foi localizada em Umirim, município ao lado de onde o crime ocorreu. O celular de Karol foi achado em Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza. Os objetos foram encontrados pela Polícia Civil. As informações foram repassadas, nesta sexta-feira (20), pela Secretaria da Segurança Pública. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Karol tinha 31 anos, era estudante de biomedicina e dona de uma empresa de estética especializada em cílios. A empresária costumava compartilhar o dia a dia da vida profissional e tinha mais de 12 mil seguidores nas redes sociais. Karol deixou uma filha, de sete anos, de outro relacionamento. LEIA TAMBÉM: Vídeo: Homem é preso em flagrante agredindo a ex-companheira com pedaços de vidro em Fortaleza Foragido por homicídio no Rio de Janeiro é preso em ônibus de viagem no Ceará A empresária era monitorado pelo ex-marido, conforme o irmão dela, Breno Sousa. Ele disse que Renan instalou duas câmeras na casa onde ela morava — uma dentro e outra do lado de fora. O casal estava separado há meses e em processo de divórcio. Renan, conforme Breno, não aceitava o fim do relacionamento e vigiava Karol através das câmeras. "A [câmera] interna minha irmã desligou por que sabia que [Renan] a monitorava, a externa ela deixou para sua própria segurança também. Há relatos que o Renan passava horas e horas acompanhando a rotina da Karol, isso no seu horário de trabalho. Fora a facilidade que ele teve pra entrar e sair, pois mantinha cópia de todas as chaves da casa", disse Breno. O irmão falou que a família tinha ciência da instalação das câmeras e que Renan monitorava Karol motivado por ciúmes. Eles chegaram a alertar a empresária sobre o perigo do monitoramento, mas não desconfiavam que Renan seria capaz de matar Karol. Após o crime, Anderson fugiu levando todos os pertences dele, incluindo uma motocicleta. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que a Polícia Civil investiga o crime. Equipes da Polícia Militar e da Perícia Forense foram chamadas para a ocorrência. O caso está a cargo da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Itapipoca, unidade que realiza buscas para capturar o suspeito do crime. Entenda o que é o crime de feminicídio Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
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