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    EUA prendem CEO de tecnologia na Califórnia acusado de fornecer equipamentos para programas nuclear e militar do Irã

    11 hours ago

    Mansão onde Jamshid Ghomi foi preso, na Califórnia Divulgação/Departamento de Justiça O CEO de uma empresa de tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, foi preso por supostamente fornecer equipamentos norte-americanos para as Forças Armadas do Irã e o programa nuclear do regime iraniano, segundo afirmou o Departamento de Justiça dos EUA nesta quarta-feira (3). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp De acordo com o Departamento de Justiça, o homem, identificado como Jamshid Ghomi, de 63 anos, forneceu ao regime iraniano equipamentos sofisticados de rede, segurança e criptografia de origem norte-americana. Ghomi é cidadão iraniano e norte-americano e vivia na Califórnia, onde sua empresa operava, disse o governo dos EUA. 👉 Sancionado pelo governo norte-americano, o regime dos aiatolás iraniano é proibido de fazer negócios com qualquer empresa dos Estados Unidos. O primeiro-assistente do procurador dos Estados Unidos, Bill Essayli, que realizou as investigações, afirmou que, além de violar as sanções, Ghomi vendeu tecnologia que pode ajudar o Irã em investidas contra os EUA. “Ghomi é acusado de auxiliar nossos inimigos declarados ao vender componentes de redes de computadores de origem americana para o Irã e lucrar milhões de dólares", disse Essayli, em comunicado. Ainda de acordo com o procurador-assistente, Ghomi, que é cidadão dos Estados Unidos e do Irã, vivia em uma mansão avaliada em US$ 35 milhões em Newport Beach, nos arredores de Los Angeles, na Califórnia (veja na imagem acima). Segundo o governo norte-americano, Ghomi é o CEO da Faraz Pardaz Rayaneh, uma empresa de redes de computadores sediada em Teerã. A acusação afirma que o empresário usou a empresa por mais de uma década para adquirir equipamentos de rede de origem norte-americana para clientes no Irã. A Procuradoria-geral dos EUA afirmou que nem Ghomi nem a empresa tinham autorização do Departamento do Tesouro dos EUA para realizar as transações. Representantes da Faraz Pardaz Rayaneh ainda não haviam se pronunciado sobre as acusações até a última atualização desta reportagem. Já Ghomi permanecia preso e deve comparecer a um tribunal na de Los Angeles ainda nesta quarta. Agora no g1
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