Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Empresa ligada a esquema de fraude bilionária de 'e-books' é interditada em MG

    há 2 meses

    Empresa ligada a esquema de fraude bilionária de 'e-books' é interditada em MG Uma das empresas envolvidas em um esquema de fraude tributária bilionária, que simulava a venda de 'e-books' para ocultar a comercialização de suplementos alimentares irregulares, foi interditada em quatro endereços em Arcos e em um em Lagoa da Prata, entre eles uma fábrica clandestina sem alvará de funcionamento e sem registro na Receita Estadual. A informação foi divulgada neste sábado (28) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O nome da empresa não foi informado. A determinação do fechamento foi feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Vigilância Sanitária. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Além disso, foi prorrogada a prisão temporária de dois homens, de 29 e 35 anos, presos na operação 'Casa da Farinha', realizada na última quarta-feira (25), que apura o grupo criminoso responsável por movimentar mais de R$ 400 milhões com a venda de suplementos irregulares. Na ocasião, também foram bloqueados mais de R$ 1,3 bilhão em bens e valores dos investigados. Empresa ligada a esquema de fraude bilionária de 'e-books' é interditada MPMG/Divulgação Esquema envolvia 'e-books' para burlar impostos De acordo com o MPMG, o grupo utilizava uma estratégia considerada sofisticada para reduzir o pagamento de impostos, especialmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A irregularidade consistia em declarar 'e-books' como a maior parte do valor das vendas nas notas fiscais. 🔎 Os 'e-books' têm imunidade tributária prevista na Constituição. Na prática, porém, os consumidores buscavam e recebiam suplementos alimentares. Segundo o promotor Pedro Henrique Pereira Corrêa, em muitos casos, os supostos livros digitais sequer eram entregues. “Os consumidores eram levados ao erro. Muitas vezes, não recebiam os e-books e adquiriam o produto apenas pelo suplemento, acreditando nas propriedades anunciadas”, afirmou. Ainda segundo o promotor, os produtos prometiam benefícios para doenças graves, apesar de serem comercializados como suplementos, e não como medicamentos. LEIA TAMBÉM: Fraude bilionária causou prejuízo de R$ 100 milhões ao declarar 'e-books' em notas fiscais para burlar impostos, diz MPMG Entenda como empresas burlavam impostos declarando 'e-books' no lugar de suplementos alimentares em MG Consumidores atingidos chegam a 1 milhão Conforme a Secretaria de Estado de Fazenda, mais de 300 empresas participavam da rede de distribuição dos produtos. As investigações identificaram mais de 1 milhão de CPFs de consumidores que adquiriram os suplementos, o que indica a dimensão do possível prejuízo. Números da fraude: As autoridades estimam que o esquema tenha movimentado mais de R$ 400 milhões; A estimativa é de que mais de 1 milhão de consumidores tenham sido lesados; Bloqueio judicial de cerca de R$ 1,3 bilhão em bens e valores dos envolvidos. VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Projeto promove redução de pena e arrecada livros para unidade prisional feminina de Santarém
    Artigo Seguinte
    'Dia D': Rio Preto e Araçatuba iniciam campanha de vacinação contra a gripe

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário