Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Em menos de um mês, quase 300 militares dos EUA ficaram feridos, e mais de mil soldados iranianos morreram na guerra

    há 2 meses

    O presidente dos EUA, Donald Trump, observa durante uma reunião de gabinete na Casa Branca, em Washington. Evelyn Hockstein/Reuters Mais de 300 militares americanos ficaram feridos desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, informou nesta sexta-feira (27) o Comando Central, responsável pelas operações. Já do lado do Irã, cerca de 1.167 soldados morreram, segundo um grupo ativista. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Veja as exigências de EUA e Irã para acabar a guerra "Desde o início da Operação Fúria Épica, aproximadamente 303 militares americanos ficaram feridos. A grande maioria dos ferimentos foi leve e 273 militares já retornaram ao serviço", disse o capitão da Marinha dos EUA, Tim Hawkins. Um oficial americano, que pediu para não ser identificado, disse à AFP que 10 militares americanos permanecem gravemente feridos. Segundo os dados mais recentes, outros 13 militares americanos morreram na guerra, sete deles no Golfo e seis no Iraque. As Forças Armadas iranianas afirmaram nesta sexta-feira que hotéis que abrigam tropas americanas na região seriam considerados alvos legítimos. "Quando os americanos (as forças) entram em um hotel, da nossa perspectiva, esse hotel se torna americano", disse o porta-voz militar Abolfazl Shekarchi à televisão estatal na quinta-feira. O governo iraniano não divulgou um número atualizado de mortos, mas um grupo ativista com sede nos EUA afirmou em 23 de março que cerca de 1.167 soldados iranianos morreram, e o paradeiro de outros 658 é desconhecido. A AFP não conseguiu verificar de forma independente os números de baixas no Irã devido a restrições à imprensa.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Café da Manhã do Conhecimento celebrou 22 anos do CME da ACIL
    Artigo Seguinte
    CPMI do INSS começa a analisar relatório com pedido de indiciamento de 216 pessoas

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário