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    Em manifestação enviada aos EUA, Flávio pede adiamento da aplicação de tarifas contra Brasil e abertura de negociação

    1 day ago

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou uma manifestação ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) em que pede a suspensão ou o adiamento da aplicação, por parte do governo norte-americano, de novas tarifas, de 25%, contra exportações brasileiras. No documento, encaminhado nesta quarta-feira (1º), Flávio se apresenta como pré-candidato do PL à Presidência da República e lembra que se reuniu recentemente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e como o secretário de Estado, Marco Rubio, para tratar das tarifas. Na carta, o parlamentar se refere à investigação "Seção 301" da Lei de Comércio de 1974, sobre atos e práticas do Brasil relacionados a comércio digital (PIX), tarifas, corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento. Com base nessa investigação, o USTR propôs novas tarifas contra produtos brasileiros. 🔎Essa legislação permite a adoção de medidas comerciais quando um país considera que práticas de outro governo são injustas e prejudicam empresas americanas. Em outra frente, o governo do presidente Lula também enviou uma resposta à investigação dos norte-americanos. No documento, assinado pelo ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores), o Brasil afirma que o USTR não comprovou que atos, políticas ou práticas brasileiras sejam discriminatórios ou imponham barreiras ao comércio dos Estados Unidos. Lula se fortalece ao travar embate com EUA, diz Flávio No documento de 86 páginas, Flávio Bolsonaro diz que o tarifaço aplicado pelos Estados Unidos contra o Brasil em 2025 não surtiu efeitos positivos e não mudou o comportamento das autoridades brasileiras em relação às norte-americanas. Para o senador, as investidas tarifárias da gestão Trump contra o Brasil tem, ao contrário, fortalecido politicamente, em um ano eleitoral, o governo Lula, que tem enquadrado as ações no campo econômico como ataques à soberania nacional. O presidente Lula tem atribuído as ameaças tarifárias dos EUA a supostas articulações da família Bolsonaro, sobretudo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, contra instituições brasileiras. O petista, inclusive, já chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro como "traidores da pátria". Para o pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto, uma saída para o impasse entre os dois países poderia ser a suspensão com um prazo de 180 dias, extensível por mais 90 dias caso haja progresso nas negociações, com o retorno automático das tarifas caso o governo brasileiro não se engaje, de boa-fé, nas negociações. Flávio também apresenta outros argumentos para defender a suspensão da aplicação de novas tarifas contra produtos brasileiros, como: custos para os EUA: o senador aponta que as tarifas prejudicam a economia americana, citando que os EUA possuem um superávit comercial com o Brasil, que empresas americanas são os maiores investidores estrangeiros no país e que a retaliação brasileira afetaria exportadores e consumidores americanos. outras alternativas: Flávio sugere que, em vez de tarifas generalizadas, os EUA possuem ferramentas mais eficazes e direcionadas, como sanções financeiras e restrições de visto baseadas na estrutura da Lei Magnitsky para alcançar os responsáveis específicos pelas práticas contestadas pelos norte-americanos, sem punir a população e o setor produtivo brasileiro como um todo. remédio inadequado: o parlamentar diz reconhecer preocupações legítimas dos EUA em alguns pontos, mas contesta a ideia de tarifas "cegas" como remédio adequado para a resolução desses problemas. O senador Flávio Bolsonaro (PL) durante evento em São Paulo Theo Daolio/Modusfocus/Estadão Conteúdo
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