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    Eileen Wang: quem é a prefeita de cidade dos EUA que renunciou após admitir ser agente da China

    7 hours ago

    EUA acusam prefeita de ser agente da China Eileen Wang, prefeita de uma cidade de 50 mil habitantes na Califórnia, dos Estados Unidos, renunciou ao cargo na segunda-feira (11) após admitir ser uma agente da China. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ▶️ Contexto: Arcadia é uma cidade localizada no subúrbio de Los Angeles, na Califórnia, a cerca de 20 km da metrópole. O município tem uma das maiores proporções de moradores de origem asiática nos Estados Unidos, com forte presença da comunidade sino-americana. Wang foi eleita em 2022 para integrar o conselho municipal de Arcadia, com mandato de quatro anos. Antes da eleição, segundo promotores, ela promoveu propaganda favorável ao governo chinês “sob direção e controle” de autoridades de Pequim. Após o avanço das investigações, a prefeita se tornou ré em um processo federal que a acusa de atuar como agente estrangeira. Ela firmou um acordo judicial com o Departamento de Justiça dos EUA e concordou em se declarar culpada da acusação. Eileen Wang tem 58 anos e construiu a carreira política a partir da atuação comunitária no Vale de San Gabriel, região com forte presença de imigrantes asiáticos no sul da Califórnia. Segundo o jornal Los Angeles Times, ela surgiu nos últimos anos como uma liderança local em ascensão e recebeu apoio de figuras políticas regionais antes de ser eleita. Em entrevista ao jornal em 2024, Wang afirmou ter se mudado da China para o sul da Califórnia cerca de 30 anos atrás. Ela disse que escolheu viver em Arcadia por causa das escolas públicas da cidade e pelo desejo de participar mais ativamente da comunidade local. Filha de médicos, Wang também atuou como educadora e empresária. Ela manteve por mais de 15 anos um serviço educacional privado voltado a estudantes da região. Antes da eleição, participou de associações comerciais, clubes comunitários e iniciativas locais de segurança e eventos culturais, construindo a imagem pública de liderança comunitária voltada à educação e à integração entre moradores. Em Arcadia, o cargo de prefeito é definido por sistema rotativo entre os cinco integrantes do conselho, do qual Wang fazia parte. As autoridades locais afirmaram que uma nova liderança para a cidade será escolhida em breve. LEIA TAMBÉM Trump posta mapa da Venezuela como 51º estado dos EUA Trump chama jornalista de 'burra' ao responder pergunta sobre custo de obra na Casa Branca Globopop: clique para ver vídeos do palco do g1 Acusações Eileen Wang, prefeita de Arcadia, na Califórnia, nos Estados Unidos. Foto de abril de 2025. Divulgação/Prefeitura de Arcadia Wang admitiu ter promovido propaganda favorável ao governo chinês “sob direção e controle” de autoridades de Pequim entre o fim de 2020 e 2022. A acusação federal prevê pena máxima de até 10 anos de prisão. A fiança foi fixada em US$ 25 mil (cerca de R$ 123 mil). Segundo o acordo judicial, ela ajudou a operar o site “U.S. News Center”, apresentado como um portal de notícias voltado à comunidade local majoritariamente de origem chinesa. Para os promotores, porém, a plataforma funcionava como veículo de divulgação de posições alinhadas ao governo de Pequim. De acordo com o documento, Wang recebia orientações de autoridades chinesas sobre conteúdos a serem publicados, incluindo artigos que contestavam denúncias internacionais de violações de direitos humanos contra uigures na região de Xinjiang. Em uma troca de mensagens citada na investigação, após receber elogios de um funcionário do governo chinês pelo trabalho realizado, Wang respondeu: “Obrigado, líder”. Os promotores afirmam ainda que ela atuou em colaboração com Yaoning “Mike” Sun, de 65 anos, a quem já havia descrito publicamente como noivo e que chegou a ser listado brevemente como conselheiro financeiro de campanha. Sun foi condenado em fevereiro a quatro anos de prisão após se declarar culpado, em outubro de 2025, de atuar como agente ilegal de um governo estrangeiro. A investigação também menciona contatos com John Chen, identificado nos autos como integrante do aparato ligado ao Partido Comunista Chinês. Segundo documentos judiciais, ele teria se reunido pessoalmente com o presidente chinês Xi Jinping. Chen foi condenado em novembro de 2024 a 20 meses de prisão após firmar acordo semelhante de confissão de culpa. VÍDEOS: mais assistidos do g1
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