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    Dólar abre em alta, com investidores atentos ao tarifaço e à espera de novos dados econômicos

    11 hours ago

    Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (6) em alta, com um avanço de 0,27% perto das 9h, cotado a R$ 5,1819. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ O principal destaque da sessão no Brasil é a audiência pública de comércio internacional dos Estados Unidos, para tratar sobre a taxação de produtos brasileiros com base na Seção 301 da legislação comercial americana. A expectativa é que diversas empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos antes da decisão final do governo dos EUA. ▶️ Na agenda da semana, o destaque fica com a ata da última reunião de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que deve conter comentários sobre a política de juros americana sob a gestão do novo banqueiro central dos EUA, Kevin Warsh. ▶️ Já no Brasil, as atenções ficam com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho, previsto para sexta-feira (10). A expectativa é que o indicador mostre uma desaceleração, puxada principalmente pelo arrefecimento dos preços de alimentos. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: +0,02%; Acumulado do mês: +0,10%; Acumulado do ano: -5,84%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +0,45%; Acumulado do mês: +1,19%; Acumulado do ano: +8,03%. Tarifaço de Trump fica na mira dos mercados Começam nesta segunda-feira (6) as audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), etapa considerada decisiva na investigação comercial americana que propõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. As audiências fazem parte do processo, baseado na Seção 301 da legislação comercial americana, e permitem que empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos antes da decisão final dos Estados Unidos. 🔎 O USTR é órgão é responsável por formular a política comercial dos Estados Unidos. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas. Representantes da indústria e do agronegócio brasileiros estarão entre os participantes. Eles pretendem convencer o governo americano de que a sobretaxa prejudicaria não apenas exportadores brasileiros, mas também empresas, consumidores e cadeias produtivas dos EUA. Entre os participantes estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), além de representantes dos setores de café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual. Enquanto isso, equipes técnicas dos governos dos dois países devem se reunir ainda nesta semana para alinhar os preparativos de uma última rodada de negociações de alto nível antes de 15 de julho, prazo em que Washington decidirá se avança com a imposição das tarifas. Saiba mais na matéria abaixo: Brasil vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump; veja os argumentos da indústria e do agro Mercados globais Na Ásia, os mercados fecharam mistos, de olho nos mercados americanos e conforme investidores seguem cautelosos em relação aos retornos que as companhias do setor de tecnologia têm apresentado para construção e investimentos em infraestruturas de inteligência artificial. O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen fechou estável, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, perdeu 0,06%. No Japão, o índice Nikkei recuou 0,01%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 0,46% e o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,14%. *Com informações da agência de notícias Reuters. Dólar Karolina Grabowska/Pexels
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