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    Dois homens são denunciados por roubo de mais de R$ 500 mil em joias durante assalto com reféns em Porto Alegre

    há 18 horas

    Polícia Civil investiga o caso Júlia Ozório/Agência RBS Dois homens foram denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) por crimes ligados ao assalto a um escritório de advocacia no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, em janeiro deste ano. A ação resultou no roubo de mais de R$ 500 mil em joias e deixou seis pessoas feitas reféns. Relembre o caso abaixo. A denúncia foi protocolada nesta sexta-feira (19). Conforme o Ministério Público, os suspeitos devem responder por associação criminosa, roubo majorado, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e receptação. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp De acordo com a promotora de Justiça Cláudia Regina Lenz Rosa, um dos denunciados teria participado diretamente do crime, ao lado de outro suspeito que ainda não foi identificado. Já o segundo investigado é apontado como responsável por dar destino aos itens roubados, atuando na ocultação do material e utilizando uma atividade comercial para tentar legalizar o ouro subtraído. A investigação indica que a atuação fazia parte de um grupo organizado, com divisão de funções entre os envolvidos. O assalto Homens armados assaltam escritório em Porto Alegre O assalto aconteceu na noite de 14 de janeiro, por volta das 20h. Segundo ao MPRS, os criminosos teriam abordado vítimas na frente do prédio, conseguido entrar no local e rendido seis pessoas, entre funcionários e o porteiro. Todos teriam sido amarrados e mantidos sob ameaça com o uso de arma de fogo. Dentro do escritório, foram levados lingotes de ouro, joias e celulares. Ainda conforme o Ministério Público, a ação foi planejada previamente, com levantamento de informações sobre o local e uso de um veículo com placas adulteradas. O prejuízo às vítimas foi estimado em R$ 524 mil, conforme o inquérito policial. A apuração também aponta que parte do ouro foi vendida depois do crime, com movimentações financeiras destinadas a disfarçar a origem ilícita dos valores, conforme o Ministério Público. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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