Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Crateras em São José dos Campos: obra deve começar dois meses após interdição de casas e prédio

    2 months ago

    Cratera que interditou casas e prédio completa 2 meses, e rua segue interditada A Prefeitura de São José dos Campos prevê assinar nesta quarta-feira (8) a ordem de serviço da construção da nova galeria de águas pluviais na Rua Felisbina de Souza Machado, onde duas crateras se abriram no começo deste ano. A segunda das erosões, que levou à interdição de quatro casas e de um prédio residencial no Jardim Imperial, em São José dos Campos, completa dois meses nesta terça-feira (7). Mesmo com a liberação de imóveis e o retorno de parte dos moradores, a rua permanece interditada. Segundo a Prefeitura de São José dos Campos, o contrato com a empresa Terrax, vencedora da licitação, foi assinado nesta terça-feira (6) para a construção da nova galeria de águas pluviais na rua. A obra terá prazo de 15 meses para conclusão. O investimento é de R$ 6,7 milhões e o início da obra aguarda a assinatura da ordem de serviço, que deve ser feita nesta quarta. Atualmente, o trecho afetado está fechado com pedras e a área está sendo monitorada. Imagens enviadas ao g1 mostram a situação atual do local (veja vídeo acima). Na mesma rua, uma primeira cratera se abriu em janeiro, e o trecho também precisou ser fechado com pedras — leia mais abaixo. Cratera que interditou casas e prédios foi fechada com pedras. Rafael Lucas David Barbosa Cratera que interditou prédios e casas ainda aberta no Jardim Imperial, em São José. André Bias/TV Vanguarda Erosões na mesma rua O problema ocorre na Rua Felisbina de Souza Machado, que já enfrenta histórico de afundamentos há cerca de 15 anos. No início deste ano, a situação se agravou com a abertura de duas grandes crateras em um curto intervalo de tempo. Uma primeira erosão surgiu em 27 de janeiro, no cruzamento com a Rua Roberto Baranoy. Na ocasião, um caminhão carregado com cerca de 10 toneladas de blocos de concreto chegou a ser engolido pela cratera. Caminhão é 'engolido' por cratera em São José dos Campos Peterson Grecco/TV Vanguarda ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Dias depois, em 7 de fevereiro, uma segunda cratera se abriu a cerca de 250 metros do primeiro ponto, após fortes chuvas, e interditou quatro casas e o Residencial Jardins de Sevilha, prédio com 34 apartamentos localizado ao lado da erosão. O novo desabamento provocou, inclusive, a queda de um poste de energia. Na época, ao todo, 156 pessoas precisaram deixar suas casas. Os moradores tiveram que retirar pertences às pressas, utilizando sacos de lixo e lençóis para transportar roupas, documentos e eletrodomésticos. Desde então, a rua segue sob monitoramento. A Sabesp informou que realizou adaptações nas tubulações para garantir o abastecimento de água, mas afirmou que a galeria rompida não é de responsabilidade da companhia. Já a EDP fez a substituição de postes e a recomposição da rede elétrica, enquanto a Comgás suspendeu o fornecimento de gás nos imóveis interditados por segurança, na ocasião. Obras de recuperação de cratera começam no Jardim Imperial Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Encontro em Caruaru debate sucessão e governança em empresas familiares; saiba como participar
    Artigo Seguinte
    Com salário de R$ 11,4 mil, HC-UFTM abre processo seletivo para médicos em Uberaba

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário