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    Contas do governo têm déficit de R$ 73,7 bilhões em março, pior resultado para o mês da história

    1 week ago

    As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 73,7 bilhões em março, informou Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29). 🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública. ➡️Houve uma piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo foi de R$ 1,52 bilhão (valor corrigido pela inflação). ➡️Esse também foi o pior resultado para meses de março desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997, ou seja, em 30 anos. ➡️De acordo com o governo, a piora no resultado negativo está relacionada, principalmente, pela antecipação no pagamento de precatórios (sentenças judiciais) neste ano. Pagamento de precatórios eleva despesas 📈Segundo o Tesouro Nacional, as despesas totais do governo somaram R$ 269,88 bilhões em março deste ano, com uma alta real de 49,2% no período. Esse forte aumento de despesas, por sua vez, está relacionada, principalmente, pelo cronograma de pagamentos de precatórios (sentenças judiciais). "Em 2026, esses pagamentos concentraram-se em março, enquanto no ano anterior ocorreram majoritariamente em julho", informou o Tesouro Nacional. Este fator, de acordo com o Tesouro Nacional, impactou fortemente as rubricas de: Sentenças Judiciais e Precatórios (+R$ 34,9 bilhões), Benefícios Previdenciários (+R$ 28,6 bilhões), e de Pessoal e Encargos Sociais (+R$ 11,3 bilhões). A elevação nos gastos com benefícios previdenciários e pessoal também foram influenciadas, em menor proporção, pelo aumento na base de segurados, pela política de valorização do salário mínimo e pelos reajustes salariais concedidos ao funcionalismo público. Receitas também sobem 📈 Em março, também houve um aumento real de 7,5% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 196,1 bilhões. O bom comportamento da arrecadação, por sua vez, está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre as Receitas Administradas, os maiores impactos positivos vieram: do IOF (+R$ 2,8 bilhões), fomentado pelo aumento na arrecadação associada às operações de crédito, seguro e câmbio, refletindo o aumento efetuado no ano passado; do Imposto de Importação (+R$ 2,3 bilhões), que conjugou crescimento no volume importado e elevação na alíquota média efetiva; do Imposto sobre a Renda (+R$ 2,3 bilhões) e da CSLL (+R$ 1,4 bilhão), impulsionados por aumentos no lucro presumido, na declaração de ajuste e no IRRF-Capital (aplicações de renda fixa); e da Cofins (+R$ 1,5 bilhão), com destaque para o setor de serviços.
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