Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Compliance Zero: PF faz operação contra publicitário ligado a Vorcaro suspeito de intimidar jornalistas e fazer ações contra o BC

    14 hours ago

    PF faz operação contra publicitário ligado a Vorcaro A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero, para apurar indícios de ação coordenada em redes sociais voltadas a comprometer a credibilidade e a atuação do Banco Central. Os investigadores apuram a possível atuação de grupo criminoso dedicado à intimidação de jornalistas, ao monitoramento de pessoas ligadas a autoridades e à obtenção indevida de informações sigilosas. Segundo a PF, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Brasília, determinados pelo Supremo Tribunal Federal. O publicitário Thiago Miranda, ligado a Daniel Vorcaro, é o alvo desta 10ª fase da Compliance Zero. Conforme a decisão do ministro André Mendonça, relator do inquérito sobre o caso Master no STF, Thiago Miranda é apontado pela PF como o principal articulador de um esquema para recrutar influenciadores digitais e jornalistas – utilizando valores de até R$ 2 milhões e contratos com cláusulas de confidencialidade. O objetivo seria descredibilizar órgãos públicos, atacar a atuação do Banco Central e manipular a opinião pública. Segundo as apurações, o grupo investigado utilizava informações obtidas ilicitamente — incluindo quebra de sigilo e devassas em dados financeiros, cadastrais e de familiares de jornalistas e concorrentes — para coagir e intimidar aqueles que resistiam aos interesses do esquema. Na decisão, o ministro André Mendonça autorizou a apreensão de documentos físicos e eletrônicos, dispositivos de armazenamento de dados e mídias, além de bens de alto valor e dinheiro em espécie acima de R$ 20 mil. Manipulação de informações Empresário Thiago Miranda Reprodução/Redes Sociais Conforme as investigações, a atuação de Thiago Miranda é considerada central na articulação de frentes voltadas à manipulação de informações, cooptação de profissionais e intimidação de desafetos da organização criminosa associada a Daniel Vorcaro. Thiago Miranda é apontado pela PF como o principal articulador da iniciativa estratégica batizada de "Projeto DV", iniciais de Daniel Vorcaro. Ele atuava diretamente na contratação de agências para estruturar campanhas de desinformação na mídia. O publicitário também estaria envolvido no aliciamento de influenciadores digitais e profissionais de imprensa com ofertas financeiras expressivas, que chegavam a valores de até R$ 2 milhões por postagens coordenadas, para questionar publicamente decisões de instituições públicas, como a atuação do Banco Central na liquidação do Banco Master. Os acordos contratuais de cooptação exigiam rígidas cláusulas de confidencialidade com multas elevadas. Na hipótese de recusa das vantagens financeiras propostas, o grupo liderado por Thiago, segundo a PF, recorria a táticas de assédio, intimidação e coação, utilizando informações privadas obtidas de forma ilícita, por meio de plataformas clandestinas de busca de dados. O material recuperado pela investigação demonstra que Thiago, supostamente, comandava equipes encarregadas de realizar levantamentos profundos sobre a vida pessoal, patrimonial, profissional e financeira de desafetos ou jornalistas que pudessem representar riscos reputacionais aos negócios de Daniel Vorcaro. Entre os alvos das ações do grupo de Thiago Miranda, estão a colunista Malu Gaspar, do jornal "O Globo" e um empresário do setor financeiro, cujos relatórios confidenciais com dados civis e fiscais circulavam sob a identidade visual da empresa de Thiago. O publicitário também mantinha contato direto com jornalistas e veículos para negociar ações para reduzir danos de reportagens negativas contra Daniel Vorcaro e conseguir a remoção de conteúdos consideradas prejudiciais aos interesses do grupo investigado. Os investigadores também constataram que os pagamentos destinados a honrar os compromissos com influenciadores e intermediários eram realizados pelo próprio Thiago Miranda, utilizando recursos repassados por empresas vinculadas a Daniel Vorcaro Crimes Daniel Vorcaro e o empresário Thiago Miranda Reprodução Os policiais também investigam a adoção de medidas para interferência em investigações criminais. De acordo com a PF, os fatos investigados podem configurar, em tese, os seguintes crimes: crime contra o sistema financeiro nacional organização criminosa embaraço à investigação de organização criminosa além de outros delitos, como possíveis violações de dados e de dispositivos informáticos PF deflagra operação contra suspeita de fraudes em licitações. Polícia Federal/ Divulgação
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Suspeito de envolvimento na morte de técnico de enfermagem de Saquarema é preso em Duque de Caxias
    Artigo Seguinte
    GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos do canal

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário