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    Como identificar se o lote de água Crystal está contaminado e em quais cidades ele foi comercializado

    11 hours ago

    Garrafa de água mineral da marca Crystal: no topo, a marcação de lote e data de validade Suelen Bastos/g1 A Mineração Bom Jesus (MBJ), empresa do Sistema Coca-Cola, detalhou em comunicado como identificar o lote de água mineral Crystal sem gás que teve recolhimento anunciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (3). A medida foi tomada após teste encontrar bactéria em amostras. Como identificar o lote? O nome do lote é P 200126. Na embalagem vai aparecer: LZ1 VAL 200127 3 P 200126 A validade do lote alvo da medida é 20/01/2027. ⚠️ A marcação do lote é feita no corpo da garrafa (veja na imagem acima). Em quais cidades o lote foi comercializado? Segundo informações encaminhadas pela empresa à Anvisa, o lote tem 374,4 mil garrafas de 500 ml. Elas foram comercializadas para: Distrito Federal (230.443 garrafas); Tocantins (1.439 garrafas): Arraias, Combinado e Novo Alegre; Goiás (66.768 garrafas): Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Cristalina, Formosa, Campos Belos, Alexânia, Abadiânia e Catalão; São Paulo (75.750 garrafas): Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí. O que o consumidor deve fazer? Ao g1 a assessoria da Coca-Cola informou: "Consumidores que eventualmente possuam unidades do lote P 200126 (leia-se na embalagem LZ1 VAL 200127 3 P 200126) devem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) para orientações sobre substituição ou reembolso. SAC: 📞 0800 061 5000 ✉️ contato@brasal.com.br." Recolhimento anunciado pela Anvisa O recolhimento foi anunciado pela Anvisa no Diário Oficial da União. Segundo a Agência, o lote afetado tem 374,4 mil garrafas de 500 ml. A contaminação foi descoberta após uma coleta de rotina realizada pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF). O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto. O resultado foi posteriormente confirmado por uma análise de contraprova, procedimento previsto nas normas do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Com a confirmação, a vigilância sanitária interditou o lote e comunicou o caso à Anvisa. Além do recolhimento, a agência suspendeu a comercialização, a distribuição e o uso das unidades afetadas. A medida vale exclusivamente para o lote identificado na resolução publicada no Diário Oficial da União. A fabricante informou à Anvisa que iniciou imediatamente o recolhimento junto às distribuidoras e estima que cerca de 99,2% das unidades já não estejam mais disponíveis para venda. A empresa também afirmou não ter recebido, até o momento, reclamações de consumidores relacionadas ao lote. Em nota divulgada pela agência, a Mineração Bom Jesus informou que abriu uma investigação interna para apurar as causas da ocorrência e que vem colaborando com as autoridades sanitárias. Segundo a Anvisa, as evidências disponíveis até agora indicam que o problema está restrito ao lote recolhido, mas as investigações continuam em andamento. Água mineral Crystal Divulgação/Anvisa
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