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    China vê 'bullying' e Rússia fala e 'hipocrisia e cinismo' dos EUA em reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre ataque na Venezuela

    6 days ago

    Em aceno diplomático, presidente interina da Venezuela propõe cooperação com EUA após captura de Maduro O Conselho de Segurança começou a se reunir nesta segunda-feira (5) em caráter de urgência para discutir o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, no qual o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado do poder no sábado (3). Durante a reunião, o Brasil deve pedir a palavra para condenar o ataque dos EUA e defender a soberania da Venezuela. 🔴AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias em tempo real ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp No discurso inicial, a vice-secretária-geral da ONU disse que a instituição está "preocupada que a operação não respeitou as regras do direito internacional". A Rússia pediu novamente a libertação imediata de Maduro e acusou os EUA de serem "hipócritas e cínicos", e que a Casa Branca nem escondeu o teor de sua "operação criminosa para tomar os recursos energéticos". Disse também que a ONU não pode aceitar a postura do governo norte-americano. "Com suas ações, os EUA estão gerando um embalo para um novo momento para neocolonialismo e imperialismo", afirmou o embaixador russo na ONU. A China também criticou o ataque dos EUA durante a sessão do Conselho de Segurança. O representante chinês afirmou que está profundamente chocado e condena fortemente o bullying do governo norte-americano. Também acusou os EUA de desconsiderarem as graves consequências para a comunidade internacional e colocar a paz internacional e da América Latina em perigo. A reunião foi solicitada pela Colômbia após os Estados Unidos atacarem, na madrugada do sábado (3), diversos pontos de Caracas e capturarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. O Brasil não é membro permanente do conselho, mas pretende pedir a palavra para fazer um discurso, segundo fontes da diplomacia confirmaram à GloboNews. O representante do Brasil na Organização das Nações Unidas, Sérgio Danese, deve reafirmar a posição brasileira de que a ação militar da Casa Branca na Venezuela é uma afronta à soberania do país sul-americano e às regras do direito internacional. Reunião de emergência da ONU sobre a Venezuela Reuters Esta reportagem está em atualização.
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