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    China pede cessar-fogo 'completo' na guerra e que EUA e Irã reabram Ormuz 'o mais rápido possível'

    3 days ago

    Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, se reúne com o chanceler chinês, Wang Yi, em Pequim. Via Reuters O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, pediu nesta quarta-feira (6) o fim das hostilidades entre EUA e Irã no Oriente Médio, em um apelo pelo que chamou um "cessar-fogo completo", e que os dois países reabram o Estreito de Ormuz “o mais rápido possível”. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp “A China considera que um cessar completo dos combates deve ser alcançado sem demora, que é ainda mais inaceitável reiniciar as hostilidades e que continuar negociando continua sendo essencial”, disse Yi, de acordo com um comunicado divulgado por seu ministério. Yi afirmou também que a China está "profundamente angustiada" com o conflito, que já dura mais de dois meses. Os comentários de Wang Yi fez foram feitos após uma reunião com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que visita Pequim pela primeira vez desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Vídeos em alta no g1 A viagem de Araqchi à China ocorre cerca de uma semana antes da ida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à capital chinesa para um encontro com Xi Jinping, marcado para os dias 14 e 15 de maio. A China é um dos maiores aliados do Irã, e buscou adotar uma postura neutra ao longo do conflito, ao mesmo tempo em que critica ataques à soberania iraniana e atua como mediadora. Pequim também tem defendido a manutenção do cessar-fogo e o fim das restrições no Estreito de Ormuz. O encontro entre Araqchi e Wang Yi ocorreu também em meio à escalada de tensões no Estreito de Ormuz, onde EUA e Irã realizaram ataques recentes enquanto disputam o controle da região. As ações colocaram em risco uma trégua considerada frágil. Após os incidentes, Trump suspendeu a operação por dizer que houve “grande progresso” nas negociações com Teerã. Trump e Xi Jinping se encontram em Busan, na Coreia do Sul, nesta quinta-feira (30). Reuters/Evelyn Hockstein
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