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    Caso Master: Toffoli pede novo cronograma de depoimentos e reduz tempo para PF ouvir investigados

    18 hours ago

    Clima azeda ainda mais com decisão de Toffoli indicar peritos sem consultar PF Diante de um pedido da Polícia Federal (PF), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, solicitou que a PF apresente um novo cronograma de depoimentos e reduziu de cinco para dois dias o tempo para os agentes ouvirem os investigados no caso Master. Antes da mudança, os depoimentos estavam agendados para ocorrer entre os dias 23 e 28 de janeiro. Agora o ministro diz esperar nova sugestão de data da PF. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Relator da investigação que apura supostas fraudes da instituição de Daniel Vorcaro, o ministro acatou a solicitação da polícia no último dia 13. Na decisão, o ministro pontua que as oitivas do caso estavam autorizadas desde o dia 15 de dezembro, e cita "limitação de pessoal e disponibilidade de salas" nas dependências do STF. Toffoli e o Caso Master Em uma decisão, na quinta-feira (15), Toffoli indicou quais peritos da Polícia Federal vão poder analisar o material apreendido no caso do Banco Master. Segundo apuração do blog, a decisão do ministro de indicar nominalmente quatro peritos para atuar no caso Banco Master azedou de vez a relação entre a corporação e o Supremo. Nos bastidores, o movimento foi lido pela cúpula da polícia como um recado duro: "Não quero a participação institucional de vocês". O procedimento adotado pelo ministro é considerado incomum. O rito burocrático padrão seria o STF encaminhar a demanda ao Instituto Nacional de Criminalística, que possui um corpo de mais de 200 peritos, para que a própria direção do órgão designasse os profissionais de acordo com a especialidade necessária. Ao chegar com uma lista pronta de quatro nomes, sem consultar a direção-geral, Toffoli atropelou a autonomia administrativa da polícia, gerando forte mal-estar. Apesar do ruído político, a apuração do blog confirma que os nomes selecionados à revelia da direção possuem a mais alta qualificação técnica para a complexidade do caso. Na quarta-feira (14), Toffoli tinha decidido que a Procuradoria-Geral da República ficaria responsável pela análise. Antes, a determinação do ministro era para que os equipamentos apreendidos ficassem sob custódia do Supremo Tribunal Federal. O que, na prática, significava que os peritos da PF não poderiam extrair os dados de equipamentos eletrônicos antes do envio ao Supremo. A PF afirmou que isso causaria graves prejuízos à investigação.
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