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    Caso Master: Banco Central decide mudar regra do compulsório para pagar conta do FGC

    há 3 meses

    O Banco Central (BC) publicou nesta terça-feira (3) resolução que permite que as instituições financeiras direcionem para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) o recolhimento dos depósitos à vista e a prazo dos chamados compulsórios, os recursos que os bancos não podem, pelas regras do sistema financeiro, movimentar. A estimativa do BC é que a medida libere cerca de R$ 30 bilhões em 2026. 🔎O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade. O FGC deve desembolsar cerca de R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados pela liquidação extrajudicial dos bancos Master, Will Bank e Banco Pleno. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo. Antes da liquidação do Banco Master, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade. A mudança anunciada pelo BC já era esperada. Veja os vídeos que estão em alta no g1
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