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    Câmeras corporais flagraram PMs roubando celular em casa na Penha durante megaoperação, aponta denúncia; sargento está preso

    7 hours ago

    Moradores encontram corpos em mata após megaoperação no Rio Quatro policiais Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) são réus pelo furto de um celular, em uma residência na Penha, durante a megaoperação que deixou mais de 120 mortos no Rio, em outubro de 2025. De acordo com o processo, a ação dos agentes foi flagrada nas imagens de uma câmera corporal. O 2° sargento Vilson dos Santos Martins foi preso preventivamente. De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Militar, ele está na Unidade Prisional da Corporação, onde permanecerá à disposição da Justiça, e é alvo de um processo administrativo. Os 2° sargentos Diogo da Silva Souza e Renato Vinícius Maia, assim como o 3° sargento Eduardo Oliveira Coutinho também são investigados pelo mesmo crime, mas a Justiça optou pela imposição de medidas cautelares diversas, como afastamento da corporação, suspensão do porte de arma, proibição de deixar o país e de entrar em contato com os demais acusados. A denúncia do Ministério Público foi recebida pelo juízo da Auditoria da Justiça Militar em dezembro, quando também foi decretada a prisão de Martins. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Mulher chora a perda do marido Betinho Casas Novas/TV Globo Os quatro respondem pelos crimes de roubo qualificado, violação de domicílio qualificada e constrangimento ilegal, além de estarem envolvidos em outros processos. O g1 não conseguiu contato com a defesa dos réus. Dois PMs já estavam presos por desvio de fuzis Souza e Coutinho já estavam presos pelo desvio de fuzis e do furto de peças de carro na Megaoperação. Na ocasião, a investigação também partiu de imagens de câmeras corporais, como mostrou o Fantástico. Policiais escondem fuzil AK-47 em mochila Reprodução/TV Globo O que mostram as imagens As imagens que embasaram a acusação foram descritas nos autos do processo, ao qual o g1 teve acesso. De acordo com a denúncia, os agentes invadiram uma residência e imperam a livre circulação da moradora, em sua própria casa, enquanto cometiam o furto. As imagens da câmera corporal de Martins mostram que ele, Maia, Souza e Coutinho entraram em uma casa, na Vila Cruzeiro, às 8h16 do dia 28 de outubro de 2025. Um cadeado, no portão da residência, foi arrombado, com um alicate, por outro agente, ainda não identificado. Ali, os quatro permaneceram por alguns minutos. Casa fica destruída após megaoperação da polícia no Alemão e na Penha, no Rio Betinho Casas Novas/TV Globo Entre 8h20 e 08h49, eles entraram na casa vizinha, onde havia uma pessoa, também não identificada. Segundo a denúncia, ela foi constrangida, com uso de arma de fogo, pelos agentes, que permaneceram no local e vasculharam a residência sem sua autorização. "Após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse", diz o texto. Foi nesse momento que Martins furtou um celular, segundo a denúncia. O aparelho estava conectado a um carregador, sobre o braço de um sofá, na sala de estar da casa. O ato, de acordo com a investigação, foi todo registrado pela câmera no uniforme do próprio agente. O Ministério Público considerou que Maia, Souza e Coutinho contribuíram para o crime "ajustando-o previamente e garantindo com sua presença encorajadora a superioridade numérica e de meios e recursos" a sua consumação. Os mesmos acusados, outros crimes O Ministério Público também acusa, com base em imagens de câmeras corporais, Maia, Martins, Souza, Coutinho e outros dois policiais, de se apropriarem, de forma indevida, de um fuzil, deixado no chão por criminosos em fuga. A arma foi avaliada em um valor superior a vinte salários mínimos, cerca de R$ 30 mil. Segundo a denúncia, não é possível ver o que foi feito com o armamento porque Martins obstruiu sua câmera corporal. Dois acusados já estava presos, por conta de outro processo a respeito do desvio de fuzis e do furto de peças de carro durante a Megaoperação O que diz a PM O comando da Polícia Militar reiterou, em nota, que não compactua com possíveis desvios de conduta ou com o cometimento de crimes praticados por seus integrantes, punindo com rigor os envolvidos quando os fatos são constatados.
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