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    Buscas por PM desaparecido na Zona Sul de SP entram no terceiro dia

    18 hours ago

    Polícia investiga desaparecimento de PM após discussão com traficante em SP A Polícia Civil está no terceiro dia de buscas para encontrar o policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, desaparecido desde a última quarta-feira (7), após ter ido a uma comunidade na Zona Sul de São Paulo e discutido com um traficante. Três suspeitos estão presos temporariamente. Um deles afirmou aos investigadores que o PM foi morto pelo crime organizado. As buscas neste sábado (10) mobilizam mais de 80 agentes, com apoio de cães, equipes de inteligência e do Comando de Choque. Inicialmente concentrada em uma área de mata no entorno da Represa de Guarapiranga, na Zona Sul, a operação foi ampliada e passou a incluir buscas dentro da água. O local fica próximo à favela Horizonte Azul, onde o policial foi visto pela última vez. Durante as diligências, a polícia encontrou uma nova pista: uma casa na comunidade por onde, possivelmente, o cabo Santana teria passado. Enquanto isso, os investigadores seguem reunindo informações para reconstituir o que aconteceu com o policial. A Justiça decretou a prisão temporária de três suspeitos. Testemunhas relataram que o PM passou a madrugada em um bar dentro da comunidade e teria se desentendido com um deles. Durante a discussão, Fabrício teria anunciado que era policial. Segundo a investigação, o homem saiu do local e avisou líderes do tráfico de drogas de que havia um PM na favela. O policial deixou o bar logo em seguida. Ainda conforme os depoimentos, os criminosos abordaram um segundo suspeito, que estava com o policial no estabelecimento, e ordenaram que ele levasse o cabo de volta à favela. Ele afirmou na delegacia que cumpriu a ordem do crime organizado. Os suspeitos disseram ainda que o PM foi informado de que seria morto por ser policial e estar em uma área dominada pelo tráfico de drogas. Imagens obtidas pela TV Globo mostram o carro de Fabrício circulando pela região da comunidade na tarde do dia seguinte ao desaparecimento, seguido por um veículo preto. Segundo os investigadores, o carro pertence a Gleison Dias. Após a identificação, policiais foram até a casa dele e encontraram galões com cheiro de gasolina no porta-malas. Em depoimento, Gleison admitiu que acompanhou um homem chamado Fábio, que dirigia o carro do PM em direção a uma área de mata com o objetivo de incendiá-lo. O veículo do policial foi encontrado incendiado na quinta-feira, em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. Um dos suspeitos afirmou ainda que o corpo de Fabrício Gomes de Santana teria sido jogado em uma área de difícil acesso. A polícia, no entanto, avalia que a informação pode ter sido fornecida para despistar as buscas. Desentendimento Um dos suspeitos presos por envolvimento no desaparecimento do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, afirmou em depoimento à polícia que o cabo sumiu após discutir com um morador da Vila do Sol, bairro da Zona Sul de São Paulo, por causa de uma aposta de queda de braço. Fábricio estava em férias e havia ido visitar o pai e o filho, moradores da região da Avenida dos Funcionários Públicos, perto da Estrada do M’Boi Mirim. Segundo a TV Globo apurou, ele ia se casar no civil na sexta-feira (9). Segundo o relato, a discussão ocorreu enquanto eles consumiam de bebidas alcoólicas na garagem da casa do sogro de Fabrício. O morador envolvido é apontado pela polícia como traficante de drogas. Cabo Fabrício Santana sumiu depois de discussão em comunidade de São Paulo. Carro dele foi achado queimado em Itapecerica da Serra, na região metropolitana Reprodução/Arquivo pessoal/ João Netto/TV Globo Polícia pede prisão de 3 suspeitos pelo desaparecimento de PM De acordo com a investigação, antes de desaparecer, o policial telefonou para o irmão e relatou que havia se desentendido com um traficante da comunidade, que teria ameaçado revelar aos moradores que ele era policial, colocando a família em risco. Diante da ameaça, Fabrício teria dito que iria até uma adega do bairro para tentar resolver a situação. Depios disso, ele não foi mais visto. Na tarde de quinta-feira (8), o carro do policial foi encontrado completamente carbonizado em uma área de mata na Rua Richard Arnold Beck, no Jardim Mombaça, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Não havia ninguém dentro do veículo, e a polícia suspeita que o incêndio tenha sido provocado para eliminar provas. A Justiça decretou a prisão temporária de três suspeitos por envolvimento no desaparecimento do cabo. Um deles é o homem que discutiu com Fabrício na adega; outro aparece em imagens de câmeras de monitoramento seguindo o carro do policial; e o terceiro é um conhecido do PM. Em um dos veículos apreendidos, a polícia encontrou galões com cheiro de combustível. Câmera de monitoramento gravou carro de PM (à direita) sendo seguido por outro veículo (à esquerda) Reprodução O carro foi recolhido e passará por nova perícia. A polícia segue analisando imagens de câmeras de segurança e ouvindo testemunhas para reconstruir o trajeto feito por Fabrício entre a comunidade, a adega e o local em que o carro foi incendiado. O Departamento PM Vítima da Corregedoria da Polícia Militar auxilia nas buscas, com apoio de cães do Canil da corporação. Quem tiver informações sobre o paradeiro do policial militar pode ligar para o Disque-Denúncia, pelo número 181. Polícia procura PM desaparecido em SP PM usa cães do Canil da corporação para tentar localizar cabo Fabrício Santana Reprodução Cães da PM ajudam nas buscas pelo cabo Fabrício Santana em Itapecerica da Serra Reprodução
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