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    Azul prevê cortar voos por alta no preço do combustível, diz CEO

    7 hours ago

    Avião da Azul no aeroporto de Fernando de Noronha (PE) Ana Clara Marinho/g1 A companhia aérea brasileira Azul está intensificando "cortes de capacidade" em meio a preços mais altos do combustível de aviação, ligados à guerra no Irã, e a empresa continuará reduzindo voos para proteger o caixa em um ambiente incerto, disse o presidente-executivo, John Rodgerson. Rodgerson disse à Reuters que as maiores empresas do setor vêm reduzindo capacidade para se alinhar melhor à demanda diante de níveis de custo mais altos, e a Azul seguirá o exemplo, indo além dos cortes anteriores à medida que o conflito se prolonga. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 "Quando fizemos nossos cortes iniciais, pensamos que a guerra já teria terminado", disse o executivo em uma entrevista na sexta-feira, em preparação para uma reunião de líderes de companhias aéreas globais no Rio de Janeiro. "Mas ela [a guerra no Irã] continua, então vamos continuar a cortar algumas frequências de forma oportunista, certificando-nos de que estamos voando apenas coisas que fazem sentido", diz Rodgerson. Agora no g1 A maior parte das reduções da Azul no segundo trimestre ocorreu em rotas internacionais, com ajustes adicionais concentrados em frequências domésticas, em vez de retirar cidades inteiras, disse Rodgerson. "Você voa para Curitiba seis vezes por dia? Talvez, com esses preços de combustível, devessem ser quatro." A companhia aérea está priorizando seus principais hubs em Campinas, Belo Horizonte e Recife, acrescentou. "Ainda não retiramos cidades, mas isso está sempre em pauta. Mas primeiro você começa com a utilização e o corte de frequências. Você não quer estar utilizando uma aeronave 13, 14 horas por dia quando os preços dos combustíveis dobram." O CEO da Azul, John Rodgerson, fala sobre prováveis cortes de voos e destinos REUTERS/Pilar Olivares Rodgerson disse que o balanço patrimonial da Azul, após uma grande reestruturação da dívida, colocou a empresa em uma posição mais forte do que alguns de seus pares para se adaptar. A companhia saiu do processo do Capítulo 11 em fevereiro com apoio da United Airlines e da American Airlines. A Azul espera que os preços permaneçam sob pressão no segundo trimestre, sazonalmente mais fraco, mas vê espaço para que tarifas mais altas se sustentem à medida que a demanda se fortaleça no terceiro e quarto trimestres, disse ele.
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