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    Assessores de juíza do RS que morreu após coleta de óvulos vão para SP se despedir: 'Pessoa incrível que merece todas as homenagens possíveis'

    1 week ago

    Juíza morre após coleta de óvulos em clínica de reprodução assistida de SP A juíza Mariana Francisco Ferreira, 34 anos, que morreu nesta quarta-feira (6), passará a ser velada às 17h desta quinta-feira (7). A cerimônia ocorre na Primeira Igreja Batista, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. A magistrada era natural de Niterói, no Rio de Janeiro, atuava em comarcas do Rio Grande do Sul desde 2023 e estava no Foro de Sapiranga, na Região Metropolitana de Porto Alegre, desde fevereiro deste ano. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A mulher morreu após uma coleta de óvulos em uma clínica de reprodução assistida em Mogi das Cruzes. O caso foi registrado como morte suspeita e morte acidental e é investigado pela polícia. Às 20h, haverá uma cerimônia fúnebre. Na sexta-feira (7), a partir das 9h, um cortejo sairá em direção ao Cemitério da Saudade, também na cidade paulista, para o sepultamento. Quem trabalhava com Mariana não via ela apenas como uma colega de trabalho, mas como uma amiga que cativava as pessoas com facilidade e rapidez. Agora, seus assessores que moram no Rio Grande do Sul se mobilizam para ir a São Paulo dar adeus à juíza. "A Mariana é uma pessoal incrível, merece todas as homenagens possíveis. Não à toa, os três assessores dela saíram correndo do RS e vieram para Mogi das Cruzes para a despedida. Era mais que uma chefe, era uma amiga. Tem uma história de vida linda, de superação”, afirma o assessor Maurício Silva Colferai. "Chamávamos nossa equipe de Assessores da Melhor Juíza do Mundo", resume. Maurício destaca ainda a dedicação de Mariana no exercício da função: "Ela estava trabalhando domingo a noite, até as 22h, pra despachar processos. Merece todo reconhecimento". A juíza Mariana Francisco Ferreira (no centro, de azul) posa para foto com o colega Maurício Silva Colferai (no centro, de cinza) e o resto da equipe: Renan (esquerda) e Renata (direita) Maurício Silva Colferai/Arquivo Pessoal Morte é investigada O caso foi registrado como morte suspeita e morte acidental e é investigado pela polícia, que busca esclarecer se a morte ocorreu por possíveis falhas no atendimento ou em decorrência de complicações médicas comuns ao procedimento. Em nota, a Invitro Reprodução Assistida diz que: "Desde os primeiros sinais de intercorrência, toda a equipe médica e assistencial adotou imediatamente os protocolos técnicos e medidas cabíveis, prestando o atendimento emergencial necessário dentro da clínica e providenciando o encaminhamento da paciente à unidade hospitalar adequada." O corpo foi encaminhado para perícia. Até o final da manhã desta quarta-feira, ainda não tinham sido divulgadas informações sobre a cerimônia de despedida. Fertilização in vitro Segundo boletim de ocorrência, a vítima realizou uma coleta de óvulos para fertilização in vitro na manhã de segunda-feira (4) na clínica de reprodução assistida. De acordo com o registro, após receber alta por volta das 9h, Mariana voltou para casa, mas passou a apresentar fortes dores e sensação de frio. Diante da piora, a mãe a levou de volta à clínica por volta das 11h. Mariana foi encaminhada para a Maternidade Mogi Mater, onde deu entrada às 17h e foi levada diretamente para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No dia seguinte, 5 de maio, a paciente passou por uma cirurgia. Apesar das medidas adotadas, o quadro clínico evoluiu de forma grave. Quem era a juíza Mariana era de Niterói (RJ) e ingressou no Poder Judiciário do Rio Grande do Sul em dezembro de 2023, quando foi designada para a 1ª Vara Judicial da Comarca de Parobé. Ao assumir o cargo, ela relatou que sonhava desde a adolescência em se tornar juíza de Direito e que iniciou a preparação para a carreira em 2018, cinco anos antes de prestar concurso, segundo o Tribunal de Justiça do RS. Em 2025, atuou no Juizado da 1ª Vara Regional de Garantias, em Porto Alegre, e posteriormente na 1ª e na 2ª Vara Criminal da Comarca de São Luiz Gonzaga. Em fevereiro deste ano, passou a atuar no Juizado da Vara Criminal de Sapiranga. O que diz a clínica "Invitro Reprodução Assistida Viemos a público manifestar profundo pesar pelo falecimento da Mariana, ocorrido na manhã de ontem, 06/05/26. Desde os primeiros sinais de intercorrência, toda a equipe médica e assistencial adotou imediatamente os protocolos técnicos e medidas cabíveis, prestando o atendimento emergencial necessário dentro da clínica e providenciando o encaminhamento da paciente à unidade hospitalar adequada para continuidade da assistência médica especializada, sempre com o acompanhamento da nossa equipe e do médico responsável pelo procedimento. A clínica ressalta que todo procedimento cirúrgico e médico, ainda que realizado com observância dos protocolos técnicos, acompanhamento especializado e estrutura adequada, possui riscos inerentes e intercorrências possíveis, infelizmente existentes em qualquer procedimento dessa natureza. A clínica ressalta que sempre atuou dentro das normas técnicas e regulatórias aplicáveis, mantendo sua estrutura, equipe e procedimentos devidamente regularizados e aptos ao exercício de suas atividades. Desde o primeiro momento, foram prestados todo acolhimento, apoio e assistência possíveis aos familiares da paciente, em respeito à dor enfrentada neste momento extremamente delicado. Toda a equipe lamenta profundamente o ocorrido, solidariza-se com familiares e amigos e reafirma seu compromisso com a ética, responsabilidade profissional, transparência e segurança no atendimento de todos os pacientes, ao mesmo tempo em que informa que todos os profissionais estão colaborando com as autoridades competentes para o esclarecimento do ocorrido, preservando-se, neste momento, o sigilo médico e o respeito à paciente e à sua família." Juíza Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos Arquivo pessoal VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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