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    Aracaju apresenta risco médio de infestação pelo mosquito Aedes aegypti

    2 months ago

    Mosquito Aedes aegypti. Banco de dados/Reprodução Aracaju apresenta um risco médio de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, segundo o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) nesta terça-feira (24). O estudo foi realizado entre os dias 2 e 6 de março e serve como ferramenta estratégica para mapear a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O resultado representou um aumento de 33,3% no índice de infestação em comparação a janeiro de 2026. De acordo com a SMS, o crescimento já era esperado em função do período chuvoso, que favorece a formação de criadouros do mosquito. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp O levantamento mostrou ainda que nenhum bairro da capital está em situação de alto risco, porém, algumas localidades exigem maior atenção, como o Cidade Nova, que apresentou índice de 3,6. Além do Santo Antônio, que saltou de 0,2 para 2,0; do Santos Dumont, que passou de 0,7 para 1,5; e do Porto Dantas, que subiu de 0,4 para 1,7. LIRAa O LIRAa é classificado em três níveis: baixo (de 0,0% a 0,9%), médio (de 1,0% a 3,9%) e alto (acima de 4,0%), e é realizado a cada dois meses, sendo uma ferramenta de monitoramento da presença da larva do aedes. Os principais focos e criadouros são lavanderias, caídas d’água e tonéis que representam 62,2%. Além de vasos e pratos de plantas, ralos, lajes, sanitários em desuso, entulho e resíduos sólidos, pneus, tanques e calhas. A SMS também divulgou que estão sendo realizados, aos sábados, uma parceria com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). Desde o início de 2026, foram realizadas 66.616 visitas domiciliares por parte dos agentes de combate a endemias. De janeiro a março, foram visitados 1.403 pontos estratégicos, com 117 tratamentos focais com larvicida e 78 tratamentos perifocais com inseticida residual. A Saúde de Aracaju reforça que o combate ao mosquito é uma responsabilidade compartilhada. A população deve eliminar água parada, manter reservatórios bem vedados, descartar corretamente o lixo, limpar calhas e ralos com frequência e cuidar de quintais e áreas externas. Também é fundamental que os moradores recebam os agentes de saúde, cuja atuação é fundamental para identificar e eliminar focos que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia.
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