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    Após denúncia de laçadoras, MTG suspende dirigentes de entidade em Santa Maria

    há 3 meses

    Rodeio Internacional do Conesul é realizado em Santa Maria O Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) suspendeu preventivamente por 60 dias dois investigados por supostos episódios considerados anti-éticos durante o 31º Rodeio Internacional do Conesul, realizado no fim de semana em Santa Maria. Saiba mais detalhes abaixo 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A medida atinge dois dirigentes da Associação Estância do Minuano, que ficam impedidos de participar de eventos do MTG ou de entidades filiadas enquanto o caso é apurado. Em manifestação à reportagem, o presidente da Associação Estância do Minuano, Bruno Brenner Fernandes, declarou que a situação é "muito triste" e que a versão que vem sendo divulgada sobre o caso "não corresponde à verdade". "Estamos sendo julgados porque cumprimos um regulamento inerente a todos os participantes do rodeio. E todas as pessoas que estão se manifestando de forma equivocada sem saber a verdade dos fatos terão de responder na Justiça. É muito triste tudo isso", afirmou. Rodeio Internacional do Conesul é realizado em Santa Maria Reprodução/RBS TV A decisão foi publicada em portaria assinada pelo presidente do MTG, Alessandro Gradaschi, após a apresentação de denúncia formal ao Conselho de Ética Tradicionalista. Conforme o documento, os fatos teriam ocorrido nos dias 7 e 8 de março, envolvendo competidoras de uma prova de laço e familiares presentes no evento. De acordo com a denúncia, uma competidora que está em tratamento oncológico sofreu uma convulsão durante a prova e foi socorrida por colegas de equipe. Após o episódio, a equipe teria sido desclassificada. Ao buscar esclarecimentos sobre a decisão, as jovens teriam sido alvo de manifestações consideradas ofensivas à condição de saúde e gênero da atleta. No dia seguinte, segundo o relato apresentado ao MTG, o pai de uma das competidoras teria questionado a situação e acabou sendo empurrado por um dirigente da entidade promotora do evento, além de receber ameaça de retirada do local com auxílio de seguranças ou da polícia. O episódio ocorre no mesmo mês em que o MTG assinou um termo de cooperação com o Ministério Público do RS para reforçar ações de prevenção e combate à violência contra a mulher dentro das entidades tradicionalistas e em eventos do movimento. A iniciativa prevê campanhas de conscientização e medidas para estimular ambientes mais seguros e respeitosos nas atividades tradicionalistas. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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